Europa

[Vídeo] Mascotes do Fener zoaram o Galatasaray ao vivo e mostraram o ‘seis’ de goleada histórica

Todo clássico tem a sua goleada marcante. Aquele resultado que o rival sempre lembra para te encher a paciência. Provavelmente, logo veio a sua cabeça os massacres que o seu time cometeu e também os que sofreu. Já neste domingo, dois mascotes do Fenerbahçe elevaram a zoeira a outro patamar antes do dérbi contra o Galatasaray. Os meninos com a camisa dos Canários se posicionaram à frente dos oponentes no Estádio Sükrü Saraçoglu e fizeram questão tirar sarro, mostrando o número seis com as mãos, na frente das câmeras da TV.

A referência é aos 6 a 0 que o Fener enfiou sobre os Leões em novembro 2002. O Galatasaray até já goleou por mais, mas ainda na década de 1910. Prevalece a memória recente e o show sobre o time treinado por Fatih Terim. Os rivais contavam com um elenco tarimbado, cheio de ídolos históricos, do porte de Hasan Sas, Ümit Davala e Faryd Mondragón. O Fenerbahçe pouco ligou. No primeiro tempo, abriu dois gols de vantagem. Já na quente segunda etapa, mesmo com um homem a menos durante a maior parte do tempo, balançou as redes mais quatro vezes. Rüstü Reçber, Ariel Ortega e Washington ‘Coração Valente’ estão entre os nomes mais célebres daquela equipe dos Canários, treinada pelo alemão Werner Lorant. O título naquela temporada, contudo, foi do Besiktas.

Neste domingo, os jogadores do Galatasaray nem perceberam a brincadeira – e isso porque um dos garotos teve coragem o suficiente para fazer o gesto na frente de Nigel de Jong, enquanto o outro se arriscou com Eren Derdiyok. Já quando a bola rolou, o Fenerbahçe também riu por último. Sem perder o dérbi em sua casa desde 1999, o time bateu os rivais por 2 a 0, com dois gols de Robin van Persie.

PS: Vale aproveitar para lembrar, também, outro episódio ocorrido com os mascotes antes do clássico. Em março de 2015, ao perceber que o torcedor do Fenerbahçe a sua frente estava com frio, Sabri Sarioglu emprestou a blusa do Galatasaray para aquecê-lo. Apesar da polêmica que causou, um bonito gesto.

seis

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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