Europa

Dembélé marcou pênalti de cavadinha em mais uma sapatada do Celtic no Rangers

Poucas vezes houve uma disparidade tão grande entre os maiores times da Escócia quanto atualmente. Neste domingo, o Celtic aplicou uma impiedosa goleada por 4 a 0 sobre o Rangers e se classificou à decisão da Copa da Escócia, estendendo sua invencibilidade no Old Firm para 13 partidas. O Rangers não vence o seu maior rival desde 2012.

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O Celtic foi avassalador no primeiro tempo. Antes dos cinco minutos, Dembélé acertou a trave. McGregor quase fez um gol olímpico. Aos 22, após troca de passes, Rogic recebeu dentro da área, arrumou para a perna direita e colocou no canto: 1 a 0. Antes do intervalo, McGregor aproveitou um corte displicente da zaga do Rangers e ampliou.

O negócio ficou bem difícil para o Rangers no começo do segundo tempo. Dembélé simplesmente jantou McCrorie. Arrancou do meio-campo e ganhou na velocidade e no físico para entrar na área à frente. O único recurso restante ao zagueiro do Rangers foi cometer o pênalti. Recebeu o cartão vermelho, e Dembélé fez o terceiro, cobrando a penalidade com cavadinha.

O Rangers respondeu exigindo algumas defesas de Gordon. A chance mais clara caiu nos pés de Alfredo Morelos, um especialista em perder gols. O zagueirão do Celtic cortou um passe para trás e quase fez um golaço contra. A bola acertou o travessão e sobrou para Morelos, livre, com Gordon sentado no chão. Ainda assim, o colombiano conseguiu chutar em cima da perna do goleiro. Ntcham, também de pênalti, fechou o placar.

O Celtic de Brendan Rodgers caminha para conquistar a segunda Tríplice Coroa escocesa seguida. Já colocou a Copa da Liga na bagagem, está próximo do sétimo título da liga nacional seguido e enfrenta o Motherwell, na decisão da Copa da Escócia, em maio.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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