Europa

Bola perdida em rio da Escócia é encontrada a 1,8 mil kms, no norte da Noruega

Um time de Aberdeen, nordeste da Escócia, conseguiu isolar uma bola que foi parar no norte da Noruega, a 1,8 mil quilômetros de distância. Não porque alguém conseguiu chutá-la particularmente forte, não há nenhum super-humano no sub-19 do Banks o’Dee, mas porque a equipe atua próxima ao rio Dee, cuja correnteza levou a pelota pelos mares do Norte e da Noruega até a ilha de Vanna.

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Não é a primeira vez que o Banks o’Dee acerta os peixes na cabeça, mas as bolas perdidas não têm o hábito de mandar notícias. Johnny Mikalsen, morador de Vanna, encontrou a desaparecida em questão e conseguiu rastrear o clube escocês, cujo nome foi escrito nos gomos da pelota com uma tinta tão duradoura que este episódio deveria ser usado pela fabricante em propagandas: resiste até à força das marés.

Segundo a BBC da Escócia, Mikalsen enviou um e-mail para o Banks o’Dee: “Olá. Vocês provavelmente têm um dos melhores finalizadores de longa distância do mundo. Um amigo meu encontrou uma bola de futebol com o nome do seu clube perto do mar. Viajou bastante. Estamos 1,800 quilômetros ao norte de Aberdeen, em uma ilha chamada Vanna, a 10 quilômetros de Tromso, capital do norte da Noruega. A bola de futebol está um pouco suja, depois de uma viagem tão longa, mas totalmente utilizável. Veja a foto (acima)”.

O secretário do Banks o’Dee, Tom Ewan, ficou agradavelmente surpreso com a descoberta de Mikalsen e confirmou que, de fato, as bolas que vão parar no rio geralmente não voltam para casa. O clube quer chamar os heróis do que Ewan caracterizou como “saga nórdica” para serem convidados de honra em uma partida da equipe. E para trazerem a bola de volta porque o orçamento é curto e a situação não anda fácil para ninguém.

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Créditos: Who Ate All The Pies

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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