Europa

O Bodo/Glimt teve um dos gols mais bonitos da temporada na semifinal da Copa da Noruega

Faris Pemi Moumbagna mandou uma bicicleta maravilhosa na vitória do Bodo/Glimt por 4 a 2 sobre o Valerenga

Marcar o gol que coloca o seu time à frente em uma semifinal aos 41 minutos do segundo tempo é um momento especial em si. Imagina quando ele é feito com uma bicicleta perfeita e indefensável? Foi o que aconteceu nesta quinta-feira na Copa da Noruega. O atacante camaronês Faris Pemi Moumbagna pegou na veia para marcar o terceiro gol da vitória do Bodo/Glimt por 4 a 2 sobre o Valerenga.

Não foi o único gol bonito da partida. Urik Saltnes abriu o placar batendo de bico, depois de abrir espaço dentro da área com um rápido jogo de pés. Andrej Ilic empatou pouco depois, ainda aos 15 minutos, com uma cabeçada na pequena área, após Christian Borchgrevink escorar na segunda trave. Moumbagna fez o seu primeiro gol da noite com uma testada certeira, antes de Ilic empatar, também no jogo aéreo – e com uma contribuição decisiva do goleirão Nikita Haikin.

O golaço de Moumbagna

Moumbagna tem 23 anos e ainda não entrou no radar da seleção camaronesa. Chegou ao Bodo/Glimt em janeiro, contratado do também norueguês Kristiansund, por € 350 mil, depois de marcar cinco gols em 14 jogos da Eliteserien, o nome da primeira divisão da Noruega. Está fazendo uma temporada de afirmação, com 13 tentos em 20 rodadas da liga nacional. Havia marcado apenas uma vez na copa.

E a terceira foi especial. Fredrik Bjorkan foi ao fundo e cruzou à área, na região da marca do pênalti. Moumbagna deu alguns passos para trás e, mesmo com um marcador do Valerenga muito próximo, conseguiu fazer o gesto acrobático e pegou em cheio. A bola nem foi tanto no canto, ou no ângulo, mas foi forte e alta, sem chance para o goleiro Jacob Storevik.

Adam Sorensen fechou a vitória que coloca o Bodo/Glimt, potência do futebol norueguês nos últimos anos com dois títulos e dois vice-campeonatos, em sua sétima final da Copa da Noruega. O clube venceu a competição em 1975 e 1993.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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