Estados Unidos

Por que é bom para o Brasil que os EUA estejam na Copa 2014

Independente do que você acha do país ou se você ficou irritado com as denúncias de que o governo americano está espionando o brasileiro, a classificação dos Estados Unidos é boa para o Brasil. Afinal, a Copa de 2014 é aqui, e podemos pensar não apenas do ponto de vista técnico, mas também pensar nas implicações que isso pode ter para os brasileiros. Nesse caso, pode comemorar dono de restaurante, hotel ou comércio que se preparou para aumentar as suas receitas com a Copa do Mundo de 2014

A Copa da África do Sul teve 30.175 turistas da maior economia do mundo. Isso representa quase 10% do total de estrangeiros que foram ao último Mundial: 309.554. Nem países ricos e que têm o futebol como esporte mais popular, como Alemanha, Itália, França e Inglaterra, levaram tantos torcedores à Copa.

E os norte-americanos realmente gastaram dinheiro. Os visitantes da América do Norte, e esse número envolve também canadenses (e não conta o México, que ficou categorizado como “América Central e do Sul” pelos sul-africanos), gastaram R$ 128 milhões dos R$ 800 milhões que os turistas deixaram na África do Sul durante a Copa do Mundo.

O total deve aumentar porque o Brasil fica muito mais próximo. Miami dista quase 13 mil quilômetros da capital sul-africana Johanesburgo e apenas seis mil de Natal. Mesmo mais longe, a presença americana foi mais que o dobro da brasileira (14.815) e que o triplo da argentina (8.757), por exemplo.

Os Estados Unidos vão disputar a Copa do Mundo pela sétima vez seguida e estão cada vez mais gostando de futebol. São uma equipe de mais qualidade que Panamá e Honduras. Mesmo o valor comercial e o poder aquisitivo da audiência de uma partida da seleção americana são mais interessantes. Em campo, a notícia também é boa.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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