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Até Kobe Bryant passou a colecionar o álbum da Copa

Kobe Bryant nunca escondeu seu apreço ao futebol. Um esporte que aprendeu a admirar ainda na infância. O pai do craque, Joe Bryant, fez carreira em diversos times da Itália durante a década de 1980. Por lá, o garoto pôde assistir a Maradona, Platini, Zico e todas as lendas do campeonato nacional mais forte da história. Enquanto jogava como goleiro e meio-campista em seus tempos de colégio, começou a torcer pelo Milan de Gullit, Van Basten e Baresi. “Sempre foi meu time favorito e sempre está em meu coração. Tenho uma camisa e um cachecol do Milan no meu guarda-roupa, posso vê-los todos os dias”, disse Kobe, à revista GQ.

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A Panini estava ciente dessa paixão de Bryant pelo futebol. E conseguiu uma grande jogada (de marketing) ao ligar essa imagem às figurinhas de seu álbum da Copa do Mundo. O comercial é muito bem bolado, fazendo um paralelo entre as mágicas de Kobe nas quadras com o que fazia nos campos, nos tempos de menino – ainda que a camisa do garoto sugira mais um torcedor do Torino do que um rossonero. Outra bola dentro da publicidade às vésperas do Mundial:

 

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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