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Os 371 dias de recuperação de Thiago Alcântara viraram um mini-documentário bem legal

Com apenas 24 anos, Thiago Alcântara já conviveu com mais lesões do que qualquer atleta a essa altura da carreira gostaria de ter convivido. Os problemas lhe deram experiência, e àqueles que o acompanham, a impressão de que a qualquer momento uma boa fase pode ser interrompida por alguma nova contusão. O potencial demonstrado desde os primeiros jogos como profissional no Barcelona é enorme, e o brasileiro poderia estar em um estágio ainda mais avançado, não fossem esses problemas. O maior deles, pouco após chegar ao Bayern de Munique, foi o maior desafio que Thiago enfrentou até agora, e sua superação virou um mini-documentário.

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Dividido em quatro episódios, “371”, em referência ao número de dias que Thiago passou afastado dos gramados, acompanha parte de seus trabalhos físicos durante a recuperação da lesão no joelho e colhe depoimentos do próprio jogador, de seu irmão, Rafinha Alcântara, do pai, Mazinho, de sua mãe e de sua esposa. A espontaneidade nas falas dão uma perspectiva completamente nova sobre o que foi o período para o meio-campista, além de conhecermos um lado inexplorado do jogador da seleção espanhola: a faceta de “pai” para o irmão mais novo.

Infelizmente não há legendas em português do mini-documentário, mas vale a pena acompanhar os quatro curtos episódios produzidos. De considerações de Thiago sobre o que significou ficar parado por tanto tempo a imagens da vida íntima do atleta, como em seu casamento, os vídeos tornam o meio-campista uma figura ainda mais interessante do que sua atuação em campo poderia sugeria. Separamos aqui o primeiro episódio, mas você pode conferir os três restantes no canal do jogador no YouTube.

Foto de Leo Escudeiro

Leo Escudeiro

Apaixonado pela estética em torno do futebol tanto quanto pelo esporte em si. Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, com pós-graduação em futebol pela Universidade Trivela (alerta de piada, não temos curso). Respeita o passado do esporte, mas quer é saber do futuro (“interesse eterno pelo futebol moderno!”).

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