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Gramado do antigo Vicente Calderón ganhará um parque municipal, que trará referências sobre o Atlético de Madrid

Demolido em 2019, o Vicente Calderón contará com o Parque Club Atlético de Madrid a partir de 2023

O Estádio Vicente Calderón, histórica casa do Atlético de Madrid, não existe mais. O estádio foi desativado em 2017, após a mudança do clube para o Wanda Metropolitano, e a demolição das estruturas começou em 2019. Já nesta quarta-feira, a prefeitura de Madri anunciou a construção de um parque em parte do terreno, exatamente onde ficava o campo. O local se chamará ‘Club Atlético de Madrid’ e a intenção do prefeito é fazer várias referências aos colchoneros nas instalações.

Atual prefeito de Madri, José Luis Martínez-Almeida é declaradamente torcedor do Atlético de Madrid e não escondeu seu gosto pelas referências ao clube no parque. A construção do local deverá ser concluída em 2023, com uma área verde nos arredores do Rio Manzanares. Também há obras na rodovia que passa pelo local, enquanto parte do terreno ainda abrigará um condomínio.

Segundo o prefeito, a ideia é de que o próprio Atleti participe da idealização do parque: “O espaço que o gramado ocupava vai ser um parque, que se chamará Club Atlético de Madrid. Também estamos trabalhando em outros aspectos com o clube para que não se perca a lembrança e a memória de um estádio que foi emblemático durante 50 anos para a cidade de Madri. Do ponto de vista esportivo se obtiveram triunfos e algumas derrotas, mas sobretudo forma parte da memória desta cidade”.

O Atlético de Madrid atuou no Vicente Calderón de 1966 a 2017. O estádio recebeu três jogos da Copa do Mundo de 1982 e também foi casa da seleção espanhola em 11 oportunidades. A lista de show realizados no antigo estádio inclui Rolling Stones, Pink Floyd, Michael Jackson e Madonna.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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