La Liga 2026/27

Golaço e a sempre eficiente bola parada salvam Atlético de estreia desastrosa

Contra o recém-promovido Girona, em sua primeira participação na elite espanhola, o Atlético de Madrid seria favorito, obviamente dentro de casa, mas também no campo do adversário. Mas um péssimo primeiro tempo cobrou o seu preço. Mesmo com um a menos, os colchoneros buscaram o empate por 2 a 2, com um golaço de Ángel Correa e a sempre eficiente bola parada, evitando que toda a sua estreia no Campeonato Espanhol fosse desastrosa como a etapa inicial.

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Simeone teve problemas para escalar a defesa, sem Godín e Filipe Luis. Savic fez companhia a Giménez no centro da defesa, e Lucas Hernández fez a lateral. E Stuani fez o que quis. Marcou duas vezes de cabeça, em um intervalo de três minutos, e obrigou o Atlético de Madrid a correr atrás do prejuízo. O ataque, que não estava desfalcado, pouco ameaçou.

A situação dos visitantes piorou na segunda etapa, quando Antoine Griezmann tentou cavar um pênalti, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso. O Atlético de Madrid tinha 20 minutos pela frente para tentar tirar alguma coisa da partida, estando em desvantagem de dois gols e com um jogador a menos. Situação desesperadora para alguns, mas perfeita para os homens de Simeone mostrarem mais uma vez o seu brio.

Ángel Correa fez uma linda jogada individual, trazendo da esquerda para o meio, e acertou um bonito chute para descontar. Logo na sequência, a bola parada, grande arma do Atlético no título espanhol de 2014, funcionou muito bem, e Giménez aproveitou uma saída em falso do experiente Iraizoz para empatar.

 

Faltavam cinco minutos para o fim do jogo, e o Atlético não conseguiu levar mais perigo para os adversários. Ao contrário do Girona, que quase arrancou a vitória com Kayode, mas Oblak realizou uma intervenção quase milagrosa.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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