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Golaço e a sempre eficiente bola parada salvam Atlético de estreia desastrosa

Contra o recém-promovido Girona, em sua primeira participação na elite espanhola, o Atlético de Madrid seria favorito, obviamente dentro de casa, mas também no campo do adversário. Mas um péssimo primeiro tempo cobrou o seu preço. Mesmo com um a menos, os colchoneros buscaram o empate por 2 a 2, com um golaço de Ángel Correa e a sempre eficiente bola parada, evitando que toda a sua estreia no Campeonato Espanhol fosse desastrosa como a etapa inicial.

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Simeone teve problemas para escalar a defesa, sem Godín e Filipe Luis. Savic fez companhia a Giménez no centro da defesa, e Lucas Hernández fez a lateral. E Stuani fez o que quis. Marcou duas vezes de cabeça, em um intervalo de três minutos, e obrigou o Atlético de Madrid a correr atrás do prejuízo. O ataque, que não estava desfalcado, pouco ameaçou.

A situação dos visitantes piorou na segunda etapa, quando Antoine Griezmann tentou cavar um pênalti, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso. O Atlético de Madrid tinha 20 minutos pela frente para tentar tirar alguma coisa da partida, estando em desvantagem de dois gols e com um jogador a menos. Situação desesperadora para alguns, mas perfeita para os homens de Simeone mostrarem mais uma vez o seu brio.

Ángel Correa fez uma linda jogada individual, trazendo da esquerda para o meio, e acertou um bonito chute para descontar. Logo na sequência, a bola parada, grande arma do Atlético no título espanhol de 2014, funcionou muito bem, e Giménez aproveitou uma saída em falso do experiente Iraizoz para empatar.

 

Faltavam cinco minutos para o fim do jogo, e o Atlético não conseguiu levar mais perigo para os adversários. Ao contrário do Girona, que quase arrancou a vitória com Kayode, mas Oblak realizou uma intervenção quase milagrosa.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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