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Expulsão e erro cômico do Bétis ajudam Barcelona em mais uma atuação pouco inspirada

Após golear Sporting Gijón e Deportivo La Coruña, o Barcelona voltou a ter uma atuação pouco inspirada, neste sábado, parecida com aquelas que levaram o clube a tropeçar tantas vezes e ressuscitar a briga pelo título espanhol. No entanto, uma expulsão precoce do Bétis, e um erro digno dos Trapalhões, contribuíram para que os catalães vencessem por 2 a 0 e mantivessem a liderança de La Liga.

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A partida não chegava a ser equilibrada, mas o Barcelona encontrava dificuldades para chegar ao gol de Adán até os 35 minutos, quando Heiko Westermann recebeu o seu segundo cartão amarelo – e, em pouco mais de meia hora, o quarto do Bétis, que não economizou nas botinadas. Neymar era o mais animado, Suárez estava apagado, assim como a dupla de armadores Rakitic e Iniesta. Messi, recuado para reforçar a criação, fez uma grande partida, com passe para os dois gols.

O primeiro saiu logo depois do intervalo. Messi lançou da direita em direção a Rakitic, que contou com uma confusão cômica da defesa do Bétis para marcar o gol. Pezzella tentou cortar de bicicleta. E furou. Ao mesmo tempo, Adán saiu do gol para intervir na jogada. E errou.

 

Depois da expulsão e do gol que abriu o placar, o Barcelona ficou confortável em campo, cresceu de rendimento e mal foi ameaçado pelo Bétis. Por via das dúvidas, ampliou a vantagem com Suárez, em outro lindo passe de Messi, facilitado pelo total desinteresse do adversário em marcá-lo. O uruguaio redimiu-se de duas grandes chances que havia desperdiçado anteriormente, uma em passe de Neymar e outra em assistência de Messi.

 

O Barcelona foi melhor que o Bétis, apesar de ter acertado apenas quatro chutes a gol, e poderia ter construído o placar mesmo sem uma ajudinha providencial do adversário. Mas, já que ela existiu, por que não aproveitá-la?

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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