Como Djokovic ajudou Frenkie De Jong a atuar mais por Barcelona e Holanda
Tenista é inspiração para jogador que segue dieta rigorosa para atuar melhor por Barça e Holanda
Frenkie de Jong é um dos principais nomes do meio-campo do Barcelona. O jogador de 28 anos renovou seu contrato recentemente com o clube blaugrana até 2029, e, se for por ele, seguirá jogando futebol por muitos anos mais.
Em entrevista recente, o atleta revelou que segue uma dieta um tanto quanto rigorosa e que se inspira em atletas de outros esportes para ter uma carreira bastante longeva. Além disso, afirmou que, após iniciar a alimentação controlada, passou a se sentir melhor, algo que ficou refletido em jogos do Barcelona e da seleção holandesa.
— Já li o livro “Serve to Win”, que aborda a dieta de Djokovic. Como ele chegou a ela e o que ela faz por ele. Eu também presto muita atenção ao que como, e você pode aprender pequenas dicas em um livro como esse que te ajudam. Eu evito glúten e lactose. Um teste mostrou que não reajo bem ao leite de vaca. E, ao seguir uma dieta sem glúten, me sinto melhor. Se eu não fosse jogador de futebol profissional, não seria tão rigoroso com isso. Mas quero jogar futebol pelo máximo de tempo possível. Se isso puder me ajudar com isso, farei. Também não me exige muito esforço — explicou o jogador à revista holandesa “Santos”.
Titular tanto no Barcelona quanto na seleção holandesa, o atleta soma 26 jogos nesta temporada, com um gol e sete assistências dadas, somando LaLiga, Champions League, Copa do Rei e Supercopa da Espanha. Na Copa do Mundo de 2026, pela seleção holandesa, o atleta deve ser titular na equipe comandada por Ronald Koeman.

De Jong fala sobre importância de leitura em sua vida
Além do livro de Djokovic, De Jong afirmou que também lê bastante conteúdo sobre atletas de futebol. Nessa mesma entrevista, o jogador revelou quais são suas obras favoritas e como o inspiram.
— Gosto de biografias de jogadores de futebol. Li a do Rafael van der Vaart durante as férias neste verão. Muito agradável e interessante. Claro, acompanhei de perto a seleção holandesa naquela época, com Van der Vaart, Sneijder, Robben e Van Persie. Você consegue ter uma ideia de como era naquela época, como eles lidavam com as coisas. Li o livro do Guardiola. O do Van Basten também foi bom. Cruyff. Van Gaal. Acho o futebol o que mais me interessa, mas também leio muito sobre outros atletas, como Novak Djokovic, entre outros — contou.
— Como eles cresceram quando meninos, como superaram as dificuldades, o que encontraram, que escolhas fizeram? Como vivenciaram os altos e baixos? Gosto disso, também porque me remete à minha própria juventude, a como tudo começou para mim. Evoca memórias. E também ensina como não fazer as coisas — completou.



