Simeone, um dos três melhores técnicos da última temporada, deu uma entrevista curta, mas bem legal para a Fifa. Falou sobre o seu futuro no Atlético de Madrid e a possibilidade de um dia assumir a Argentina. O interlocutor deixou a pergunta mais capciosa para o final: se recebesse o melhor contrato da história para treinar Real Madrid ou seleção brasileira, qual escolheria? E respondeu que preferia ficar sem o dinheiro.
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Capaz de o Brasil vender o Cristo Redentor em algum leilão online antes de permitir que um argentino treine a seleção brasileira. O Real Madrid talvez fizesse uma proposta milionária um dia, alguns anos depois de ele sair do Vicente Calderón, até porque o próprio Simeone acredita que a torcida do rival nutre um sentimento ambíguo por ele. “Por um lado, acho que não gostam de mim, mas por outro sinto bastante respeito quando os enfrento”, disse.
Logo, é apenas uma situação hipotética, com poucas chances de virar realidade, e é muito mais fácil recusar milhões de euros que não são verdadeiros, mas imagina o quanto o coração colchonero se enche de emoção quando ouve Simeone falar uma coisa dessas.



