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Banidos do Calderón, ultras do Atlético viajam a Turim e fazem saudação nazista

Envolvido na briga que terminou com a morte de um torcedor do Deportivo La Coruña, o Frente Atlético, grupo de torcedores do Atlético de Madrid com inclinações neonazistas, foi banido do estádio Vicente Calderón, mas não desistiu de acompanhar as partidas do clube. Na última terça-feira, esteve em Turim para o empate com a Juventus por 0 a 0, pela Champions League, e ainda esticaram o braço para fazer a saudação nazista.

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Sabe o que é melhor? O delegado do jogo tem 48 horas para denunciar esse gesto, expressamente proibido pela Fifa, e se o fizer, quem pode ser punido é o Atlético de Madrid, com o fechamento parcial do Calderón. Isso porque o clube já fez o que poderia fazer e expulsou os dois do próprio estádio. Não tem jurisdição nenhuma na Itália.

O grupo que esteve no estádio da Juventus foi o “Esquadrão Rojiblanco”, de tendência anti-madridista, que se defendeu pelo Twitter. “Apenas para esclarecer que as bandeiras e cachecóis do ER não eram ofensivas para a segurança do estádio e foram revistadas pelos fiscais. A bandeira ficou exposta apenas até o começo da partida, para nossa própria segurança. Imprensa manipuladora”, escreveu um dos torcedores.

Ele poderia voltar ao estádio e perguntar aos fiscais se eles também acham que a saudação nazista não é ofensiva.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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