Algoz dos grandes, o Mirandés fez mais uma vítima e está novamente nas semifinais da Copa do Rei
Quando o Mirandés, então na terceira divisão, chegou às semifinais da Copa do Rei na temporada 2011/12, provavelmente não imaginou que conseguiria repetir o feito. Nesta quarta-feira, porém, fez justiça ao seu histórico de algoz de gigantes ao derrotar o Villarreal por 4 a 2, no Estádio Municipal de Anduva, em Miranda de Ebro.
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O Submarino Amarelo foi o terceiro clube de primeira divisão que o Mirandés derrubou nesta campanha da Copa do Rei, após passar pelo Celta de Vigo, na prorrogação, e vencer o Sevilla, por 3 a 1, nas quartas de final.
A sua campanha histórica em 2011/12 teve três baixas da elite: o mesmo Villarreal, o Racing Santander e o Espanyol, antes de perder por 8 a 3 no agregado para o Athletic Bilbao de Marcelo Bielsa. Quatro anos depois, derrotou Málaga e Deportivo La Coruña, mas foi eliminado pelo Sevilla nas quartas de final.
Agora comandado por Iraola, ex-jogador do Athletic Bilbao, o Mirandés retornou à segunda divisão nesta temporada e está no meio da tabela, mas com chances de playoffs. Dista três pontos do Girona, sexto colocado.
Aos 17 minutos do primeiro tempo, o atacante brasileiro Matheus Barrozo ganhou de Sofian Chakla com um toque de cabeça, deu o corte em Funes Mori e bateu de perna direita para abrir o placar. Javi Ontiveros empatou com uma cobrança de falta cheia de veneno, mas Martín Merquelanz, nos acréscimos da etapa inicial, cobrou pênalti para fazer 2 a 1.
No segundo tempo, um toque de mão dentro da área deu a Santi Cazorla a chance de igualar o marcador, e o veterano espanhol não a desperdiçou. O alívio amarelo durou apenas dois minutos porque Merquelanz cobrou falta na área e Odei Onaindia apareceu livre na segunda trave para completar.
O Villarreal buscou o empate, mas viu suas esperanças serem sepultadas aos 47 minutos do segundo tempo quando Maranhão, também brasileiro, iniciou o contra-ataque com um passe rasteiro para Merquelanz, que entrou livre dentro da área e apenas rolou para Antonio Sánchez estender o conto de fadas do Mirandés na Copa do Rei.
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