Além de Yan Diomandé: Os africanos desconhecidos que podem roubar a cena na Copa do Mundo 2026
Um jovem do Bayern comparado a Lucas Paquetá e mais quatro: os africanos desconhecidos que podem roubar a cena na Copa do Mundo 2026.
Pela primeira vez na história, dez nações africanas participam da Copa do Mundo em 2026. Além dos resultados coletivos, este Mundial é também uma vitrine ótima para muitos jogadores. Alguns já são conhecidos, outros menos. Mas todos terão a oportunidade de aproveitar essa exposição global para dar um salto em suas carreiras.
Vale ressaltar que talentos já bem conhecidos como Ayyoub Bouaddi, Yan Diomandé, Ibrahim Mbaye e Ibrahim Maza foram excluídos desta lista. O objetivo foi colocar em evidência jogadores ainda relativamente desconhecidos do grande público.
Bara Sapoko Ndiaye (Senegal)
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Uma surpresa relativa na lista de Pape Thiaw. Relativa, porque diante do potencial demonstrado nas quatro partidas que disputou pelo Bayern, sua presença não choca em nada. O meia é um dos jogadores mais jovens do torneio. Lançado nesta temporada por Vincent Kompany no clube alemão, onde já disputou seus primeiros minutos como profissional, ele rapidamente conquistou admiração por sua maturidade e personalidade.
Muito bom tecnicamente, móvel e capaz de quebrar linhas, o nativo de Mékhé é comparado por seu treinador ao brasileiro Lucas Paquetá pelo estilo de jogo. A concorrência pelo meio-campo senegalês é acirrada e seu tempo em campo pode ser limitado. Mas se tiver a oportunidade, pode rapidamente chamar atenção, como já aconteceu no amistoso de preparação contra os EUA (derrota por 2 x 3), onde se destacou.
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Ngal’ayel Mukau (RD Congo)
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Com apenas 21 anos, Ngal’ayel Mukau já é considerado um dos maiores talentos do futebol congolês. O meia do Lille impressiona pela elegância com a bola nos pés, pela qualidade técnica e pela capacidade de fazer o jogo progredir. Alto, móvel e com um bom pé esquerdo, tem um perfil moderno capaz de recuperar bolas enquanto participa ativamente da construção. Sua grande versatilidade, podendo jogar de zagueiro a meia direito como acontece em seu clube, o torna um perfil muito versátil.
Observado pela seleção da Bélgica, Mukau escolheu a RD Congo desde cedo. Esta Copa do Mundo pode lhe permitir confirmar seu potencial aos olhos do grande público, já que seu nome circula cada vez mais na Premier League.
Logan Costa (Cabo Verde)
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Vítima de uma ruptura de ligamento cruzado que o afastou dos gramados por quase nove meses, foi mesmo assim convocado para a primeira Copa do Mundo da história dos Tubarões Azuis.
Antes dessa lesão, o ex-Toulouse vinha de uma primeira temporada muito bem-sucedida no Villarreal. Muito sólido nos duelos, bom na antecipação e muito à vontade na saída de bola, segue sendo um dos defensores mais subvalorizados do continente.
Com apenas 25 anos, ainda tem uma grande margem de progressão e poderia aproveitar este Mundial para finalmente obter o reconhecimento que merece no cenário mundial.
Christ Inao Oulaï (Costa do Marfim)
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Revelação da última Copa Africana das Nações com Costa do Marfim, Christ Inao Oulaï simboliza a renovação da seleção marfinense. Com apenas 20 anos, o meia do Trabzonspor traz frescor e energia ao meio-campo dos Elefantes. Muito ativo na pressão, capaz de se projetar rapidamente para a frente e dotado de boa qualidade técnica, firmou-se como uma verdadeira alternativa aos titulares do meio-campo.
Com a janela de transferências se aproximando, uma boa Copa do Mundo poderia elevar consideravelmente seu valor de mercado. Seu perfil moderno e sua margem de progressão fazem dele um dos jogadores mais interessantes a acompanhar nesta seleção.
Sebastian Tounekti (Tunísia)
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Nascido na Noruega, Sebastian Tounekti é sem dúvida um dos maiores motivos de esperança do futebol tunisiano. O ponta de 23 anos deu um salto real desde sua chegada ao Celtic na última janela: cinco gols e três assistências. Mais maduro em suas escolhas, mais eficiente no gesto final, firmou-se como um dos perfis ofensivos mais promissores das Águias de Cartago, por enquanto principalmente saindo do banco.
Rápido, técnico e muito ágil nos espaços reduzidos, tem o tipo de qualidade capaz de mudar o rumo de uma partida. Em uma seleção tunisiana que está longe de figurar entre as favoritas, Tounekti é o jogador mais propenso a aproveitar o Mundial para se destacar junto ao grande público.