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Uma coleção de fotos da erupção de gente que invadiu as ruas de Buenos Aires na recepção à Argentina campeã

Cinco milhões de pessoas saíram às ruas de Buenos Aires e o ônibus da seleção sequer conseguiu completar o trajeto previsto

A Argentina inteira aguardava por esse momento. Depois de toda a loucura que tomou o país especialmente desde a classificação à final da Copa do Mundo, amplificada depois do título sobre a França, era de se imaginar que a erupção de gente para receber os tricampeões em Buenos Aires fosse até maior. E o que se viu nesta terça-feira foi uma das maiores mobilizações de todos os tempos ao redor do futebol. As autoridades locais estimam que 5 milhões de pessoas, cerca de 10% da população do país, saíram às ruas para cortejar o trajeto do ônibus que levava os jogadores da seleção. O veículo sequer completou o roteiro, diante da impossibilidade de passar pelo Obelisco, epicentro da festa.

A ideia inicial era de que a seleção da Argentina chegasse à Plaza de Mayo e à Casa Rosada, onde os jogadores seriam recebidos pelo presidente. Porém, não foi possível abrir caminho no mar de gente que se apinhava nas ruas e os jogadores optaram por encerrar o cortejo no horário previsto, sem estender mais os festejos, por conta do cansaço de toda a viagem. Acabaram retirados de helicóptero, com alguns levados depois às suas respectivas cidades. Lionel Messi e Ángel Di María, por exemplo, já chegaram em Rosário – com uma multidão fazendo vigília na frente da casa do camisa 10, tal qual aconteceu com Maradona em 1986.

Foram registrados alguns incidentes ao longo do dia. Pelo menos 30 pessoas ficaram feridas, inclusive dois torcedores que tentaram pular de uma ponte em cima do ônibus da seleção. Já mais à noite, depois do fim do cortejo, ocorreram confrontos entre pessoas que continuaram na região do Obelisco e a polícia. Apesar disso, o que fica dessa terça-feira histórica é a festa. O dia em que cinco milhões de apaixonados dimensionaram a importância dessa terceira estrela à Argentina.

(LUIS ROBAYO/AFP via Getty Images/One Football)
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(Marcelo Endelli/Getty Images/One Football)
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(EMILIANO LASALVIA/AFP via Getty Images/One Football)
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Foto de Leandro Stein

Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreveu na Trivela de abril de 2010 a novembro de 2023.

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