Turquia 3 x 2 EUA: Turcos se despedem com honra contra reservas americanos
Após passar dois jogos sem marcar, turcos conseguiram encontrar caminho das redes em seu último jogo no Mundial
A aposta calculada de Mauricio Pochettino não deu o resultado esperado. A Turquia arrancou uma dramática vitória por 3×2 sobre os Estados Unidos no encerramento do Grupo D da Copa do Mundo 2026 no SoFi Stadium, em Los Angeles, com o gol de Kaan Ayhan aos 98 minutos, um resultado que encerra o jogo de forma amarga para os co-anfitriões, já classificados.
Com quatro titulares poupados para evitar suspensões antes dos 16 avos, jogadores do elenco estendido receberam sua chance, e a derrota levanta uma questão imediata que Pochettino não pode ignorar: Christian Pulisic está em condições de começar jogando contra a Bósnia na próxima semana?
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— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 26, 2026
Turquia 3×2 EUA: como foi o jogo
A Turquia arrancou a mais inexpressiva das vitórias da maneira mais dramática possível. Ayhan empurrou para as redes aos 98 minutos para completar uma virada que, no final das contas, não muda nada na classificação, a Turquia já estava eliminada, os EUA já estavam classificados.
O gol de Auston Trusty no terceiro minuto deu à seleção rotacionada de Pochettino um início dos sonhos, antes de Arda Güler e Orkun Kökcü virarem o placar. O empate de Sebastian Berhalter preparou um final eletrizante que terminou com os anfitriões do lado errado do resultado.
Um resultado justo, no balanço geral, uma Turquia motivada pelo orgulho e com o onze completo, contra uma seleção americana com os olhos já voltados para o confronto de quarta-feira contra a Bósnia-Herzegovina.
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Turquia 3×2 EUA: o grande tema do jogo
O placar doeu, mas a história real foi o subtexto. Com Tyler Adams, Folarin Balogun, Chris Richards e Antonee Robinson poupados por risco de cartão amarelo, Pochettino deu uma oportunidade a jogadores que raramente atuaram no torneio.
Trusty, em apenas sua segunda titularidade, marcou seu primeiro gol pela seleção com três minutos jogados, em cobrança de escanteio de Sebastian Berhalter. O meia do Vancouver Whitecaps — e filho do ex-técnico da seleção americana Gregg Berhalter — também deixou sua marca com uma finalização poderosa após o intervalo, um momento que ficará na memória independentemente do resultado final.
O que ainda não se sabe é se Pulisic, que entrou no segundo tempo com um problema no músculo da panturrilha ainda sendo tratado, está pronto para começar jogando contra a Bósnia. A resposta pode definir tudo.
Profundidade do elenco: o panorama mais amplo
Além do resultado contra a Turquia, a maior vitória de Pochettino pode ser a crescente convicção de que os Estados Unidos têm um elenco com profundidade suficiente para sustentar uma campanha séria na Copa do Mundo.
Rodar o time sem uma queda drástica de rendimento sugere que a distância entre os titulares estabelecidos e as opções emergentes está diminuindo, dando ao técnico maior flexibilidade tática antes da fase eliminatória. Essa profundidade pode se mostrar decisiva à medida que o cansaço, as suspensões e as lesões começam a influenciar o torneio.
Para os observadores mais casuais, este é o sinal mais claro até agora de que a seleção americana está evoluindo de um time dependente de algumas estrelas para um grupo com um leque de talentos mais amplo, algo que fortalece tanto suas perspectivas imediatas quanto sua competitividade a longo prazo.
Turquia 3×2 EUA: o que vem a seguir
Os Estados Unidos se voltam agora para o confronto dos 16 avos contra a Bósnia-Herzegovina, tendo avançado do Grupo D como líderes apesar da derrota para a Turquia.
A Turquia, por sua vez, foi eliminada do torneio, terminando na última posição do Grupo D sem uma vitória nas duas primeiras rodadas contra Austrália e Paraguai, antes desta vitória por 3×2 sobre uma seleção americana rotacionada.