Copa do Mundo

Quatro textos do arquivo da Trivela que recontam o trepidante França 4×3 Argentina de 2018

Aproveitamos a reedição da partida quatro anos depois para relembrar como foi a cobertura do embate em Kazan

Quatro anos são suficientes para que muita coisa aconteça no futebol. E o Argentina x França da decisão de 2022 soa bastante diferente daquele França 4×3 Argentina das oitavas de final de 2018. Do lado albiceleste, Lionel Scaloni realiza um trabalho incomparavelmente melhor que o de Jorge Sampaoli. Conta com um Lionel Messi em sua melhor versão mundialista, muito mais amparado pelos companheiros. Todavia, os Bleus também encorparam. Ganharam novos talentos, não puderam contar com outros e veem um Kylian Mbappé que evoluiu demais desde aquele jogo fenomenal.

Abaixo, quatro textos que resgatam como contamos a partida em Kazan, determinante ao sucesso dos franceses e também na reconstrução dos argentinos.

– O acaso ajudou a Argentina, mas sua defesa foi frágil demais para a velocidade da França

A nota da partida, que narra a sucessão dos fatos e dos gols – que não foram poucos. A França abriu o placar, a Argentina virou e a nova reviravolta dos Bleus contou com seus espetáculos: o golaço de Benjamin Pavard e as arrancadas de Kylian Mbappé.

– Mbappé viveu 90 minutos para ser sempre lembrado como um fenômeno

Foi o primeiro jogo monstruoso de Kylian Mbappé em Copas, aquele que realmente deu a certeza de que despontava um monstro da história da competição. O garoto nem repetiu o mesmo nível na sequência de 2018, embora seguisse fundamental. A confirmação vem em 2022.

– Depois daquele golaço, Pavard não precisa mais se preocupar em ser desconhecido na França

Muita gente não conhecia Benjamin Pavard antes da Copa do Mundo de 2018, inclusive na França, por sua carreira desenvolvida na Alemanha. O defensor virou um acerto na lateral direita e, como prêmio, produziu o gol mais estonteante daquele Mundial.

– E agora, o que será da Argentina depois da Copa 2018?

Uma avaliação sobre a sequência de trabalho da Argentina após o cenário pouco animador da Copa de 2018. Muitos nomes mudaram, mas a certeza ficava desde já: o time precisava ter Messi como a sua inegável liderança.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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