Copa do Mundo

OOOEEEAAA! Permita-me provocar a sua memória: há três anos, a Copa de 2014 começava

Eu sei, nem tudo foi perfeito. Os 7 a 1 ainda embrulham o estômago, a conta para pagar anda sendo alta, os elefantes brancos estão espalhados em vários cantos. Mas, apesar de todos os pesares, foi um mês maravilhoso a muitas pessoas. E é até bom que a gente não se esqueça dos problemas, porque eles também nos permitem lembrar tudo o que o povo brasileiro fez para tornar a Copa do Mundo inesquecível, abrindo os braços a torcedores e jogadores estrangeiros. Aliás, esses poréns não deixam a gente se perder no saudosismo. Porque, se deixar, a quantidade de boas memórias e boas histórias proporcionadas entre junho e julho de 2014 podem tomar a nossa a mente. Ao menos nesta segunda, de três anos do pontapé inicial, dá para se permitir.

Oficialmente, a Copa começou nesta data. Uma quinta-feira em que todas as atenções se voltavam à Zona Leste de São Paulo, onde Brasil e Croácia se aqueciam à estreia ao som de Lepo Lepo. Mas convenhamos que o clima único já tinha arrebatado o país desde o início da semana, quando a receptividade e a galhofa em torno das seleções se espalharam por vários cantos. Quando Neuer e Schweinsteiger vestiram a camisa do Bahia, quando Klose comemorou seu aniversário com índios Pataxó, quando Robben foi jogar frescobol na praia, quando Eto’o respondeu que Obina era melhor. A partir de então, teve muita Copa.

Cada um se relacionou com aquele mês de sua maneira particular. As memórias são pessoais, embora a overdose de euforia tenha sido coletiva. Por isso mesmo, ofereço um vídeo e mais de uma centena de imagens para estimular a sua mente: a vinheta da transmissão na TV e as fotos das zoeiras que aconteceram até o fim da competição. Permita-me provocar seu saudosismo – ou não. Boa viagem:

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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