Jogador por jogador, as avaliações de México 1×0 Camarões

México
Ochoa – 6
Teve uma atuação segura, ainda que a maioria dos chutes de Camarões não tenha acertado o gol. Fez uma defesa fundamental no final do jogo em uma cabeçada, em um momento que dificilmente seria possível se recuperar.
Aguilar – 5,5
Teve uma atuação regular, com algumas boas subidas ao ataque, sem comprometer muito ao defender. Seu forte é no campo de ataque e foi ali que levou mais perigo em alguns lances no primeiro tempo. No segundo, teve menos participação.
Francisco Rodríguez – 5,5
Boa atuação quando acionado, seguro no jogo aéreo. É preciso dizer que o ataque de Camarões de fato não deu muito trabalho, então o seu trabalho foi facilitado.
Rafael Márquez – 6,5
Também foi seguro em campo, teve uma boa atuação na cobertura, no centro dos três zagueiros. Ainda tentou ajudar na saída de bola, onde também tem qualidade.
Héctor Moreno – 6
Como os outros dois zagueiros, foi bem em campo, não deu espaços para o ataque adversário e foi bem na marcação pelo alto.
Layún – 6,5
Foi um dos melhores em campo pelo México. Muito forte no apoio, levou perigo o tempo todo à defesa de Camarões, com boas e rápidas descidas ao ataque. Justificou em campo a preocupação de Miguel Herrera em protegê-lo na defesa para dar liberdade no ataque, onde ele vai bem.
Herrera – 6,5
Foi bem no meio-campo, ajudando na transição da defesa para o ataque. Se enrolou em alguns ataques que poderiam ser mais perigosos, mas em geral foi bem nos seus passes.
(Salcido) – sem nota
Entrou já aos 45 minutos, para ganhar tempo.
Vázquez – 6,5
Foi o jogador com mais desarmes em campo, quatro. Foi o jogador da marcação no meio-campo e fez bem esse papel, dando liberdade para os outros dois meio-campistas avançarem quando possível.
Guardado – 5
Pode render mais. Esteve apagado em boa parte do jogo, embora tenha ido bem com a bola nos pés. Faltou um pouco mais de participação no jogo.
(Fabián) – 5
Entrou e sofreu uma falta dura, que gerou cartão amarelo ao adversário. Buscou o jogo, mas não teve tanto tempo para fazer isso.
Giovani dos Santos – 7,5
Foi o jogador mais decisivo do jogo e já começaria a Copa como destaque, não fosse pelo juiz. Marcou dois gols na partida, ambos muito mal anulados. Foi participativo, inteligente e decisivo no jogo. Merecia ter saído de campo com o gol.
Peralta – 7
Fez o gol da vitória, o que já é importante demais em um jogo de 1 a 0. Foi bem no ataque, como referência e mostrou por que Miguel Herrere o preferiu em relação a Chicharito.
(Chicharito Hernández) – 5,5
Entrou já aos 29 minutos, mas não mudou nada o jogo. Perdeu um gol feito, embora tenha se posicionado para puxar o contra-ataque. Nos minutos que esteve em campo, o México estava recuado, então ele tocou pouco na bola.
CAMARÕES
Itandje – 5,5
O goleiro não teve muita culpa nos gols (só um foi validado). Com uma defesa como aquela, não adianta reclamar muito.
Djeugoue – 4
Substituído ainda no intervalo, não fazia diferença alguma na lateral direita camaronesa. Ao menos sua equipe não sofreu gols (validados pelo árbitro) enquanto esteve em campo.
(Nounkeu) – 4,5
Não melhorou tanto assim a marcação ao entrar no segundo tempo e ainda abriu a caixa de ferramentas.
N’Koulou – 4,5
Nada de mais na defesa. Foi quem mais desarmou, mas não evitou o desastre de sua equipe, especialmente pela lentidão que demonstrou.
Chedjou – 5
Outro zagueiro discreto na partida, ao menos conseguia acompanhar um pouco mais os homens de frente do México. Uma desatenção minou a derrota.
Assou-Ekotto – 7
O melhor em campo em sua equipe, sobretudo pela qualidade no apoio pelo lado esquerdo. Teve ótima chance de abrir o placar, em falta que acabou desviada pela barreira.
Mbia – 6
Foi um cão de guarda à frente da defesa, importante principalmente para evitar as infiltrações dos mexicanos. O problema é que também abusou das jogadas mais duras.
Enoh – 5,5
Discreto em campo, fez bem o serviço de marcação, mas contribuiu pouco para o ataque.
Song – 6
Não é dos jogadores mais virtuosos, mas foi o que mais se aproximou dos lampejos de técnica no meio-campo. Criou boas oportunidades para os companheiros , mas deixou o campo no fim para Camarões reforçar o ataque, já cansado.
(Webó) – sem nota
Entrou em campo apenas nos 10 minutos finais e não teve tempo de mostrar seu futebol.
Choupo-Moting – 5,5
Principal esperança do ataque, Choupo-Moting contribuiu pouco quando seu time teve a bola. Em compensação, foi importante na dedicação sem a bola.
Eto’o – 5
Perdeu muitas bolas e não foi o craque que se espera. Ainda assim, quase decidiu o jogo na única chance clara que teve, carimbando a trave. Oportunismo
Moukandjo – 4,5
Ineficiente demais no ataque. Pouco apareceu e, nas poucas vezes em que tinha a chance de jogar, errava. Ainda teve a oportunidade de decidir nos acréscimos, mas cabeceou fraco.
ARBITRAGEM
Wilmar Roldán – 3
Economizou nos cartões, anulou dois gols corretos do México e desagradou os dois lados. Não dura muito nesta Copa.



