Os maiores jogadores da história da Copa do Mundo
Pelé, claro, lidera a lista com incríveis e até hoje inalcançáveis três conquistas
O debate sobre quem é o maior jogador de todos os tempos se estende por gerações, e as opiniões variam. Nomes como Lionel Messi e Cristiano Ronaldo dominam o debate neste século, mas só um deles, por exemplo, foi decisivo e campeão — o argentino, em 2022. Quando o assunto é Copa do Mundo, não tem discussão. Com três conquistas mundiais, Pelé ocupa o topo da nossa lista.
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6. Franz Beckenbauer, Alemanha (18 jogos, cinco gols)
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Um dos maiores defensores de todos os tempos, Beckenbauer é lenda do futebol tanto como jogador quanto como técnico. O “Kaiser” foi uma das figuras mais elegantes de sua geração e liderança encarnada, tanto no Bayern de Munique quanto na seleção alemã.
Foi peça central na conquista da Copa de 1974 e pioneiro do papel do líbero no futebol moderno. Venceu a Bola de Ouro em 1972 e 1976, feito raríssimo para um defensor, e integrou a seleção do torneio nas Copas de 1966, 1970 e 1974. Como técnico, tornou-se o segundo da história a vencer a Copa como jogador e treinador, ao conduzir a Alemanha Ocidental ao título em 1990.
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5. Garrincha, Brasil (12 jogos, cinco gols)
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Figurar acima de uma lista quase infinita de lendas brasileiras exige muito. Mas as atuações de Garrincha nas Copas de 1958 e 1962 justificam plenamente sua presença aqui. Pode ser considerado o maior jogador brasileiro de todos os tempos, atrás, claro, do seu amigo e ex-companheiro de time Pelé.
Em 1962, assumiu o protagonismo com o Rei lesionado e conduziu o Brasil ao bicampeonato, vencendo a Chuteira de Ouro e a Bola de Ouro com performances dominantes ao longo do torneio. Em 1958, quando Pelé roubou as atenções do mundo, Garrincha também foi fundamental para o título e integrou a seleção do torneio, com sua velocidade e magia com a bola sendo elementos decisivos para o sucesso do Brasil na Suécia.
4. Ronaldo, Brasil (19 jogos, 15 gols)
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Apesar de uma carreira no futebol de clube marcada por lesões graves, Ronaldo sempre guardou seu melhor futebol para as Copas. Tornar-se campeão do mundo aos 17 anos gerou inevitáveis comparações com Pelé, e o Fenômeno construiu uma carreira na Seleção à altura.
Ganhou a Bola de Ouro da Copa em 1998, mas sofreu uma convulsão na manhã da final e, inexplicavelmente, foi escalado mesmo fora de condições, e o Brasil, abatido, perdeu por três a zero.
Quatro anos depois, em 2002, Ronaldo se redimiu de forma magistral: marcou os dois gols da vitória por dois a zero sobre a Alemanha na final e terminou o torneio com a Chuteira de Ouro, tendo balançado as redes em seis dos sete jogos do Brasil.
Na Copa de 2006, em seu último grande torneio, tornou-se o maior artilheiro da história do Mundial ao marcar seu 15º gol diante de Gana, recorde depois superado por Klose.
3. Zinedine Zidane, França (12 jogos, cinco gols)
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Zidane é, sem exagero, o melhor jogador que a França já produziu. Com dois gols na final da Copa de 1998, disputada em casa, ganhou status de herói nacional, sua imagem foi projetada no Arco do Triunfo em Paris após a vitória. Uma lesão o prejudicou na Copa de 2002, mas ele voltou com tudo em 2006, em seu último torneio como profissional.
Foi o craque do Mundial, com participação decisiva no caminho da França até a final após dominar o Brasil nas quartas. Abriu o placar na decisão com uma cavadinha ousada sobre Buffon. Mas sua carreira terminou em enorme polêmica: foi expulso por uma cabeçada em Marco Materazzi nos acréscimos da prorrogação. Como capitão, não pôde participar da disputa de pênaltis, que a França perdeu.
2. Diego Maradona, Argentina (21 jogos, oito gols)
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Nenhuma lista de Copa do Mundo estaria completa sem Diego Maradona, seja pela genialidade absoluta, pela polêmica do gol com a mão ou pela eliminação precoce da Copa de 1994 após teste positivo para doping. Mesmo assim, poucos na história utilizaram o palco da Copa para exibir seu talento de forma tão arrebatadora.
Após ficar fora do título de 1978 e fazer uma Copa decepcionante em 1982, Maradona transformou 1986 em seu ano. Capitaneou a Argentina ao título marcando dois dos gols mais famosos da história em uma única partida contra a Inglaterra, a “Mão de Deus” e o “Gol do Século”, além de marcar dois gols na semifinal e dar a assistência para o gol do título. Ganhou a Bola de Ouro.
Quatro anos depois, na Itália, levou uma Argentina bem mais fraca até a final, onde perdeu para a Alemanha Ocidental.
1. Pelé, Brasil (14 jogos, 12 gols)
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Nenhum outro nome merece mais encabeçar esta lista do que Pelé, tricampeão mundial e maior ícone do futebol brasileiro. Embora uma lesão tenha interrompido sua participação em 1962, quando o Brasil reteve o título, Pelé foi protagonista absoluto nas conquistas de 1958 e 1970, tornando-se a primeira superestrela verdadeiramente global do futebol.
Nunca tendo jogado na Europa, sua lenda só crescia a cada quatro anos, quando o mundo inteiro parava para vê-lo. Sua estreia em 1958, aos 17 anos, sacudiu o mundo: tornou-se o jogador mais jovem a marcar e a jogar uma final de Copa do Mundo, com dois gols na vitória por cinco a dois sobre a Suécia, e o mais jovem a fazer um hat-trick no torneio, na semifinal.
Seu primeiro gol naquela final é considerado um dos mais bonitos da história do Mundial. Em 1970, foi o grande nome de uma seleção frequentemente chamada de melhor de todos os tempos, vencendo a Bola de Ouro do torneio e marcando um gol na final contra a Itália, além de dar a assistência para o gol antológico de Carlos Alberto, possivelmente o melhor gol coletivo da história do futebol.