Copa do Mundo

Navas segurou a Holanda e deixou a Copa como o melhor goleiro do torneio

Holanda

Jasper Cillessen – 6

Fez apenas uma defesa, no final do segundo tempo extra, tendo seu trabalho facilitado por uma finalização ruim de Ureña.

(Tim Krul) – 7

Entrou apenas para os pênaltis e mostrou por que. Acertou o canto em todas as cinco cobranças da Costa Rica, defendendo duas delas.

Stefan de Vrij – 6

Teve cinco desarmes no jogo e foi bem nas pouquíssimas vezes em que foi cobrado.

Ron Vlaar – 6

Basicamente não teve trabalho. Se encarregava apenas de despachar a bola para frente nas poucas vezes em que foi preciso.

Bruno Martins Indi – 6,5

Foi o que mais fez desarmes na seleção holandesa ao lado de De Vrij e teve uma boa atuação de volta ao time titular.

(Klaas-Jan Huntelaar) – sem nota

Dirk Kuyt – 6,5

Constantemente acionado, foi importante para a pressão holandesa. Em pelo menos duas oportunidades deixou os companheiros em condições de marcar.

Georginio Wijnaldum – 6

Foi o mais discreto do meio de campo. Não teve trabalho defensivo e também não foi muito importante ofensivamente.

Wesley Sneijder – 7

Sem a responsabilidade de marcar a saída de bola adversária, pode liderar mais a criação de jogadas holandesa. E fez muito bem isso. Ainda bateu bem algumas faltas e levou perigo com chutes de longe com a bola rolando.

Daley Blind – 6,5

Foi um dos que mais deu passes na Holanda. Tocou bastante na bola, sendo um dos mais participativos no meio de campo.

Arjen Robben – 7,5

É incrível como Robben não se cansa. Correu muito o tempo todo e foi que mais levou perigo aos costarriquenhos. Caiu muito, é verdade, mas ainda assim participou das principais chances holandesas.

Robin van Persie – 5

Perdeu ótimas chances de gol. Em algumas delas, Navas é quem teve o mérito. Ainda assim, não pode furar uma bola praticamente dentro da pequena área.

Memphis Depay – 6

Correu, driblou bem, criou chance, mas não fez nada verdadeiramente significativo.

(Jeremain Lens) – 6

Manteve a correria de Depay, mas não mudou a pouca efetividade do canto esquerdo holandês.

Costa Rica

Keylor Navas – 8,5

Melhor em campo, Navas termina a Copa como, por enquanto, o grande goleiro da Copa. Fez defesas inimagináveis, de muito reflexo, elasticidade e boa saída do gol.

Cristian Gamboa – 6

Foi bem na marcação. Teve trabalho com Depay, mas deu conta do recado, fazendo quatro desarmes.

(David Myrie) – 6

Entrou bem, terminando a partida como o costarriquenho com mais interceptações. Seu bom trabalho acabou concentrando ainda mais os ataques da Holanda no flanco contrário.

Johnny Acosta – 6,5

Assim como toda a defesa costarriquenha, foi muito aplicado taticamente e bem nos desarmes.

Giancarlo González – 7

Melhor zagueiro costarriquenho, González foi seguro e demonstrou reflexos rápidos e bons desarmes. Além disso, saía bem com a bola.

Michael Umaña – 6,5

Posicionou-se bem, acompanhou Van Persie basicamente durante todo o jogo e contribuiu para a partida ruim do centroavante.

Júnior Díaz – 5,5

Foi o ponto mais frágil da forte defesa costarriquenha. O lado direito do ataque holandês foi o mais acionado. Díaz é mais ofensivo que defensivo e, por isso, teve dificuldade.

Joel Campbell – 5,5

Deslocado para a direita, apareceu mais neste jogo que nos últimos três, mas não convenceu e saiu ainda no segundo tempo.

(Marcos Ureña) – 6,5

Entrou bem melhor que Campbell e no segundo tempo da prorrogação fez ótima jogada individual, forçando Cillessen a fazer sua única defesa no jogo.

Yeltsin Tejeda – 7

Jogador de maior aproximação no ataque, Tejeda teve que contribuir com a marcação – e foi bem. Fez quatro desarmes durante o jogo e ainda salvou o que seria o gol da Holanda no fim do tempo normal, desviando de cabeça e mandando no travessão.

(José Cubero) – sem nota

Celso Borges – 6

Marcou e , principalmente, tocou bem a bola quando a Costa Rica a teve. Nada de espetacular.

Christian Bolaños – 5,5

Ficou mais responsável pela marcação que de costume e não pode ajudar tão bem nos raros ataques costarriquenhos.

Bryan Ruiz – 5

Tudo bem que a Costa Rica não tinha uma proposta de ataque, mas nas poucas vezes em que os Ticos apareceram lá na frente, Ruiz foi mal na condução e conclusão de jogadas.

Árbitro

Ravshan Irmatov – 7

Foi bem durante o jogo e ainda não caiu no clamor geral pelos dois supostos pênaltis na Costa Rica.

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Leo Escudeiro

Apaixonado pela estética em torno do futebol tanto quanto pelo esporte em si. Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, com pós-graduação em futebol pela Universidade Trivela (alerta de piada, não temos curso). Respeita o passado do esporte, mas quer é saber do futuro (“interesse eterno pelo futebol moderno!”).

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