Copa do Mundo

Guia da Copa do Mundo 2022 – Grupo B: Estados Unidos

Os Estados Unidos voltam a uma Copa do Mundo após oito anos com um elenco repleto de jovens, mas falta consistência nos resultados

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A volta à Copa do Mundo é uma questão de orgulho para os americanos. A ausência da Copa de 2018 foi uma facada no coração de uma seleção que é, há muito tempo, uma potência da Concacaf, mas conseguiu ficar fora mesmo com quatro vagas em disputa – sendo uma delas de repescagem. Por isso, foi preciso uma grande reformulação, a começar pelo técnico, que apostou em um elenco muito mais jovem. 

A geração liderada por Christian Pulisic conseguiu mudar o cenário de desolação que apareceu após o fracasso de 2018. Há bons jogadores no elenco, especialmente nas pontas e no meio-campo, onde sobram boas opções para escalar o time. O problema é que não há a mesma fartura entre os zagueiros, o que é um problema, além de não ter um centroavante confiável para comandar o ataque. 

É uma Copa do Mundo para os americanos provarem que podem ir além dos desempenhos medíocres que se acostumaram. Brigar por classificação é o grande objetivo e o time quer tentar ir não só às oitavas de final, mas além disso. É uma missão dura, já que terá Inglaterra e Gales, além do Irã, no seu grupo, mas é perfeitamente possível.

Como foi o ciclo até a Copa

Gregg Berhalter tinha a missão de renovar o elenco americano e, ao mesmo tempo, ter resultados. Isso foi conseguido, inclusive com títulos continentais. Começou, porém, com uma derrota: na Copa Ouro de 2019, os Estados Unidos foram até a final contra o rival México, mas perderam por 1 a 0 na decisão. O gol de Jonathan dos Santos selou o título mexicano e percebeu-se a necessidade de mudar o rumo das coisas. 

Naquela final de 2019, Berhalter ainda tinha Michael Bradley no meio-campo e Jozy Altidore no ataque, dois dos veteranos que ainda ligavam o time com a geração anterior. Isso acabou a partir dali. Veio uma renovação intensa, com um time mais jovem em campo e novos protagonistas, Christian Pulisic ganhou a companhia de nomes como Giovanni Reyna, além do crescimento de Weston McKennie. 

A vitória sobre o México na Liga das Nações da Concacaf, em junho de 2021, foi marcante. O triunfo veio na prorrogação, de forma dramática, contra um rival e oponente forte no continente. Foi um ponto de consolidação do trabalho de Berhalter. Logo em seguida veio outra Copa Ouro, sem os principais jogadores da Europa, e o time venceu mais uma vez o México, de novo na prorrogação. O goleiro Matt Turner se firmou e ganharia a posição a partir dali.  O US Team ganhou confiança e, mesmo com lacunas, mostrou mais coesão como equipe, algo que sempre foi uma característica das melhores seleções americanas.

A classificação sem sustos para a Copa foi uma evolução em relação ao acidentado ciclo anterior, mas houve também uma queda de rendimento já nas últimas rodadas, que preocupa desde então. Os amistosos recentes reforçaram a preocupação de que o time talvez precise subir um nível para estar à altura de adversários mais difíceis na Copa, saindo do conforto dos oponentes fracos da Concacaf. A derrota para o Japão em setembro, por exemplo, criou a sensação de que talvez ainda falte algo. Berhalter disse que foi bom para perceber esses problemas e corrigi-los a tempo de chegar ao Catar melhor preparado.

(OZAN KOSE/AFP via Getty Images/One Football)

Como joga

Gregg Berhalter tem um estilo de jogo que se baseia em posse de bola. O time normalmente precisa fazer a saída de bola com os laterais, Sergiño Dest e Antonee Robinson, já que os zagueiros não são exatamente bons com a bola. A ideia da equipe de manutenção de posse passa muito por Weston McKennie e Yunus Musah no meio. Tyler Adams é um jogador que, embora jovem, com apenas 23 anos, tem experiência na Europa, o que pode ajudar ao iniciar jogadas. 

As pontas são a grande virtude do time. Seja com Christian Pulisic, normalmente vindo da esquerda para dentro, seja pela direita, com Timothy Weah ou Brenden Aaronson, há boas possibilidades. São jogadores rápidos, capazes de ganhar em velocidade e habilidade. São as maiores virtudes do time. 

O problema é quando chega no comando do ataque: faltam jogadores confiáveis por ali. Tanto que não há um titular definido. O principal candidato é Jesús Ferreira, de 21 anos, que joga no Dallas. Em 2022, fez 18 gols em 38 jogos. Não é um camisa 9 muito físico: sua maior característica é a mobilidade e velocidade. E grande velocidade: segundo medições, ele é o jogador mais rápido da MLS. 

Josh Sargent é outro candidato e é quem tem feito uma boa temporada atuando no futebol europeu. Aos 22 anos, é centroavante do Norwich, com oito gols em 19 jogos. Quem também pode atuar ali é Timothy Weah, embora ele venha atuando pelos lados do campo. Nomes como Ricardo Pepi e Jordan Pefok-Siebatcheu, que eram candidatos à lista final, acabaram ignorados.

A grande dúvida é justamente se o time consegue se impor pela posse de bola e, especialmente, como se comportará quando não tiver essa posse. Como os testes com seleções dos outros continentes foram raros e não trouxeram boas notícias, é difícil saber. 

Time-base: Matt Turner; Sergiño Dest, Walker Zimmerman, Aaron Long e Antonee Robinson; Tyler Adams, Yunus Musah e Weston McKennie; Timothy Weah, Jesús Ferreira e Christian Pulisic. 

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(Aitor Alcalde/Getty Images/One Football)

Donos do time

O grande nome da seleção americana, sem dúvidas, é Christian Pulisic. Aos 24 anos, o jogador do Chelsea é a reserva técnica da equipe, com boas jogadas pelos lados do campo e boa capacidade de finalização. É um criador de jogadas competente, mas por vezes ele precisa resolver tudo sozinho no ataque, o que é um peso por vezes grande demais. Ele é o maior artilheiro da seleção americana entre os convocados, com 21 gols em 52 jogos.

O meio-campo tem um dono: Weston McKennie foi um dos jogadores que mais cresceu ao longo do ciclo. Contratado em 20221 pela Juventus, o americano ganhou espaço no time italiano. Na seleção, ele domina o setor com bons passes, uma bola aérea de qualidade tanto na defesa quanto no ataque e presença física. Além disso, é um dos líderes do grupo.

Sergiño Dest surgiu neste ciclo e é um jogador jovem, ainda com 22 anos, mas mostrou potencial. Seu início de carreira no Ajax foi promissor, despertou atenção de clubes endinheirados e foi para o Barcelona, onde não conseguiu vingar. Chegou ao Milan e tenta se firmar. É bastante ofensivo, capaz de atuar até como um ponta pela direita. É um dos responsáveis pela saída de bola do time. 

(Andy Lyons/Getty Images/One Football)

Caras novas

Um dos nomes mais importantes do time e que surgiu neste ciclo, mais recentemente, é Yunus Musah, de 19 anos. Nascido em Nova York, se formou no futebol inglês atuando pelo Arsenal, mas foi pelo Valencia que chegou ao time principal. Jogou nas categorias de base da seleção inglesa, mas decidiu jogar pela seleção americana, seu país de nascimento. É titular no centro do campo, podendo atuar pela direita também.

Giovanni Reyna é um dos nomes mais promissores desta seleção americana. Com 19 anos, tem ganhado terreno no Borussia Dortmund, seu clube, e também é um jogador que pode brilhar pela qualidade individual, apesar da propensão às lesões. Ainda busca o seu espaço no time titular e certamente tem potencial de ser um protagonista do time. Ainda carrega a história da família nos Mundiais. Seu pai, Claudio Reyna, disputou quatro Copas, de 1994 a 2006 – as duas últimas como capitão do US Team.

Brenden Aaronson foi um dos jogadores que mostrou potencial ao longo do ciclo. Não se firmou como titular da seleção, mas estourou no futebol europeu para ser um destaque. Fez ótima temporada pelo Red Bull Salzburg e se transferiu para o Leeds, na Inglaterra. O meia atuou no Philadelphia Union antes de se mudar à Europa. É um atleta com potencial de fazer mais pelo time e é candidato a entrar bem durante a Copa.

(OZAN KOSE/AFP via Getty Images/One Football)

Técnico

Gregg Berhalter tem 49 anos e carrega consigo o histórico de jogador. Atuou na Holanda, Alemanha e Inglaterra ao longo da carreira e esteve na Copa do Mundo de 2002, quando chegou a entrar em campo. Em 2006, foi para a Copa, mas não jogou. Será o primeiro treinador dos Estados Unidos a ter participado de Mundiais como atleta e também como comandante.

Começou a carreira como técnico no Hammarby, da Suécia, onde ficou de dezembro de 2011 a julho de 2013. Voltou aos Estados Unidos em 2013 para ser diretor esportivo do Columbus Crew e acumular o cargo de técnico. Levou o time aos playoffs nas temporadas 2014, 2015, 2017 e 2018. Em 2015, o clube foi até a final da MLS, mas perdeu para o Portland Timbers.

Pela seleção americana, o seu trabalho criou uma expectativa grande de mudança e houve de fato uma renovação. Ainda assim, aconteceram altos e baixos em termos de resultados e desempenho. Com um time bastante jovem, o técnico tentará levar o US Team ao sucesso em um grupo acessível. 

A geografia do elenco

As grandes regiões metropolitanas concentram a maioria dos jogadores, como é bastante constante nas seleções. No caso dos Estados Unidos, há ainda os filhos de americanos nascidos na Europa e na América Latina. No mais, as grandes cidades são polos de atração no futebol. 

O elenco dos Estados Unidos tem sua origem em algumas áreas que se destacam no mapa. A primeira é Seattle. Dois jogadores nasceram por lá, além de Weston McKennie, que é de Fort Lewis, perto de Tacoma, região de Seattle.  Outra região importante é ao redor de Los Angeles. Haji Wright nasceu em Los Angeles, Cristian Roldán nasceu em Artesia e Luca de la Torre nasceu em San Diego, todas cidades relativamente próximas na Califórnia. Nova York é mais uma cidade importante entre os convocados. Yunus Musah nasceu por lá, Timothy Weah também é da cidade, enquanto Joe Scally nasceu em Lake Grove, a leste de Nova York. 

Christian Pulisic, a principal estrela do time, nasceu em Hershey, na Pensilvânia, e é o único da região, que fica na costa leste. Outros três jogadores são da área de Atlanta: Shaq Moore, Sean Johnson e Walker Zimmerman. Um jogador é da região da Chicago, o goleiro Matt Turner. Dois são da região de St. Louis, Josh Sargent e Tim Ream. 

Há outros cinco jogadores nascidos fora dos Estados Unidos. Giovanni Reyna nasceu em Sunderland, na Inglaterra, onde seu pai, Claudio, atuava pelo próprio Sunderland na Premier League. O meia ainda tem ascendentes argentinos e portugueses pelo lado paterno, bem como irlandeses pelo materno. Não é o único do Reino Unido: Antonee Robinson é de Milton Keynes, com origem americana e jamaicana por parte de pai, e Cameron Carter-Vickers é de Southend-on-Sea, a leste de Londres. O caso de Carter-Vickers, aliás, é curioso: seu pai, Howard Carter, foi jogador profissional de basquete e atuou na NBA, antes de passar por França e Grécia. O veterano conheceu a mãe do futebolista, inglesa, na época em que atuava no basquetebol grego. A família então passou a viver na Inglaterra.

Entre os europeus de nascimento, está Sergiño Dest, que é de Almere, na Holanda. Seu pai tem origem surinamesa e americana. Já da América do Sul vem Jesús Ferreira, de Santa Marta, na Colômbia. O atacante se estabeleceu no Texas durante a infância, após seu pai, David Ferreira, ex-meia da seleção colombiana, assinar com o FC Dallas ao deixar o Athletico Paranaense.

Ainda vale destacar que 12 jogadores dos Estados Unidos têm dupla nacionalidade. O caso mais famoso é o de Timothy Weah, filho de George Weah, um dos maiores jogadores africanos da história e atual presidente da Libéria. A família se estabeleceu no Brooklyn, apesar do ápice da carreira de George na França e na Itália, enquanto a mãe do ponta é jamaicana. Haji Wright também tem cidadania liberiana, além de ascendentes ganeses. Yunus Musah é filho de ganeses, enquanto cresceu entre a Itália e a Inglaterra, antes elegível também às duas seleções europeias.

O avô de Christian Pulisic é croata e isso até acelerou sua mudança à Alemanha, pelo passaporte. Outros com passaporte europeu são DeAndre Yedlin (Letônia), Ethan Horvath (Hungria), Luca de la Torre (Espanha) e Matt Turner (Lituânia). A avô paterna de Turner fugiu da Europa na época da Segunda Guerra Mundial por suas origens judaicas. Vale mencionar ainda Weston McKennie, que não tem passaporte alemão, mas viveu parte da infância em Kaiserslautern, após seu pai ser deslocado pela Força Área. Já no Caribe, Sean Johnson tem cidadania jamaicana, assim como Shaq Moore tem passaporte trinitino. Por fim, Cristian Roldán possui cidadania guatemalteca e ainda parentes salvadorenhos. Kellyn Acosta carrega o sobrenome mexicano de seu padrasto e ainda conta com uma avó japonesa.

Onde jogam

A liga que mais cede jogadores para o elenco dos Estados Unidos é a própria MLS. São jogadores de todos os setores do campo.  A defesa tem dois zagueiros da MLS, mas a maioria é de jogadores reservas. No ataque, Jesús Ferreira deve ser titular e Jordan Morris tem condições de brigar por uma vaga no time. 

Sete americanos jogam na Inglaterra, mas nem todos eles na Premier League, dos quais Pulisic é o grande destaque atuando pelo Chelsea. Há ainda dois jogadores da Itália, ambos titulares da seleção, o lateral Sergiño Dest e o meio-campista Weston McKennie. Há ainda um jogador da Escócia, dois da Alemanha, dois da Espanha, um da França e um da Turquia. 

(TIMOTHY A. CLARY/AFP via Getty Images/One Football)

Um herói em Copas

A última grande campanha dos Estados Unidos foi em 2002. Os americanos estavam no Grupo D, junto com a Coreia do Sul, Portugal e Polônia. Os americanos conseguiram ficar à frente de portugueses e poloneses e avançaram ao mata-mata. O US Team superou os maiores rivais, o México, nas oitavas de final. O gol de Landon Donovan foi um dos que garantiu a vitória por 2 a 0. 

Nas quartas de final, o adversário dos americanos foi a Alemanha. A vitória por 1 a 0, com gol de Michael Ballack, foi muito sofrida e alguns podem reclamar que a arbitragem foi desfavorável aos americanos. Foi a primeira Copa de Donovan, que deixou seus gols e continuaria fazendo isso. Ele esteve na Copa do Mundo 2006, na Alemanha, quando os americanos caíram na fase de grupos. 

Em 2010, Donovan foi o grande herói da campanha. Empate com os ingleses, empate com a Eslovênia e tudo indefinido até a última rodada contra a Argélia. Donovan marcou o gol da vitória aos 46 minutos do segundo tempo, garantindo a classificação. Nas oitavas de final, porém, os americanos caíram diante de Gana, na prorrogação. 

Donovan jogou na seleção americana de 2000 até a 2014. Disputou três Copas do Mundo, sendo importante em todas elas. Ficou fora da Copa de 2014, o que foi um grande debate entre os americanos. Mesmo assim, sua história estava construída com a camisa dos Estados Unidos: 157 jogos, 57 gols. Incluindo aquele tento contra a Argélia, em 2010, que é um dos gols mais comemorados da história das Copas nos Estados Unidos. 

Calendário

21/11 – 16h00 – Estados Unidos x Gales – Estádio Ahmad bin Ali
25/11 – 16h00 – Inglaterra x Estados Unidos – Estádio Al Bayt
29/11 – 16h00 – Irã x Estados Unidos – Estádio Al Thumama

Todos os convocados

NúmeroPosiçãoJogadorData de nascimentoClubeJogosGolsLocal de Nascimento
1GOLMatt Turner24 de junho 1994 (28 anos)Arsenal200Park Ridge, USA
25GOLSean Johnson31 de maio 1989 (33 anos)New York City FC100Lilburn, USA
12GOLEthan Horvath9 de junho 1995 (27 anos)Luton Town80Highlands Ranch, USA
22DEFDeAndre Yedlin9 de julho 1993 (29 anos)Inter Miami750Seattle, USA
13DEFTim Ream6 de outubro 1987 (35 anos)Fulham461St. Louis, USA
3DEFWalker Zimmerman18 de maio 1993 (29 anos)Nashville SC333Lawrenceville, USA
15DEFAaron Long12 de outrubro 1992 (30 anos)New York Red Bulls293OAK Hills, USA
5DEFAntonee Robinson8 de agosto 1997 (25 anos)Fulham292Milton Keynes, Inglaterra
2DEFSergiño Dest3 de novembro 2000 (22 anos)Milan192Almere, Países Baixos
18DEFShaq Moore2 de novembro 1996 (26 anos)Nashville SC151Powder Springs, USA
20DEFCameron Carter-Vickers31 de dezembro 1997 (24 anos)Celtic110Southend-on-Sea, Inglaterra
26DEFJoe Scally31 de dezembro 2002 (19 anos)Borussia Mönchengladbach30Lake Grove, USA
23MEIKellyn Acosta24 de julho 1995 (27 anos)Los Angeles FC532Plano, USA
8MEIWeston McKennie28 de agosto 1998 (24 anos)Juventus379Fort Lewis, USA
4MEITyler Adams14 de fevereiro 1999 (23 anos)Leeds United321Wappinger, USA
17MEICristian Roldan4 de junho 1995 (27 anos)Seattle Sounders320Artesia, USA
11MEIBrenden Aaronson22 de outubro 2000 (22 anos)Leeds United246Medford, USA
6MEIYunus Musah29 de novembro 2002 (19 anos)Valencia190New York City, USA
14MEILuca de la Torre23 de maio 1998 (24 anos)Celta Vigo120San Diego, USA
10ATAChristian Pulisic18 de setembro 1998 (24 anos)Chelsea5221Hershey, USA
16ATAJordan Morris26 de outubro 1994 (28 anos)Seattle Sounders4911Seattle, USA
21ATATimothy Weah22 de fevereiro 2000 (22 anos)Lille253Brooklyn, USA
24ATAJosh Sargent20 de fevereiro 2000 (22 anos)Norwich City205O'Fallon, USA
9ATAJesús Ferreira24 de dezembro 2000 (21 anos)FC Dallas157Santa Marta, Colômbia
7ATAGiovanni Reyna13 de novembro 2002 (19 anos)Borussia Dortmund144Sunderland, Inglaterra
19ATAHaji Wright27 de março 1998 (24 anos)Antalyaspor31Los Angeles, USA
Foto de Felipe Lobo

Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!). Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009, onde ficou até 2023.
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