[Copa 2014, um ano depois] Özil e Podolski se juntam ao exército brasileiro
Para celebrar o primeiro aniversário do Mundial 2014, vamos retomar um dos lemas da Copa. Depois do “Não vai ter Copa”, do “Vai ter Copa, sim” e do “Devia ter Copa todo ano”, é a vez de gritar “Volta, Copa!”. A cada dia, uma retrospectiva do que ocorreu há um ano. Só para alimentarmos nossa saudade.
VOLTA, COPA: Confira a retrospectiva dia a dia do que rolou na Copa das Copas
O folclore
Os alemães estavam curtindo de montão a Bahia, e não tinham medo de demonstrar isso. A cada dia, uma nova galhofa dos futuros campeões do mundo na concentração em Santa Cruz Cabrália. Podolski, que já começava a ganhar espaço como o grande figuraça da Copa, se juntou a Özil para fazer graça com os soldados que faziam a segurança da delegação alemã.
Outras seleções interagiram de outra forma com os locais. A Croácia, na véspera da estreia na Copa contra o Brasil, foi a uma feijoada. toda a delegação ganhando a camisa da Portuguesa como mimo de boas-vindas.
Apesar de estarmos na véspera da abertura, ainda tinha time que não havia chegado ao Brasil. Como o Chile, que viajou apenas neste 11 de junho. Houve muita festa para a Roja em Santiago, mas uma garota se exaltou, pulou na frente do ônibus e quase foi atropelada.
Bola rolando
Não houve jogos em 10 de junho de 2014.
Enquanto isso, na Trivela
Não havia clima de Copa, né? Mais ou menos. Os protestos inibiram muita gente, mas a torcida acabou embarcando no clima e já havia muitas ruas decoradas com temas do Mundial. O nosso enviado viu uma cidade que vivia a Copa com intensidade e mostrou como o torneio ajudaria o Brasil a conhecer a si próprio.
“Oea” do dia



