As coisas mais fantásticas que lemos hoje
Na ânsia por somar e somar, a Fifa subtrai
Ubiratan Leal, na Gazeta do Povo, critica o inchaço da Copa do Mundo, que terá 48 seleções a partir de 2026.
Na Série D, mas fora da elite estadual
Felipe Augusto, da Revista Série Z, fala sobre as equipes que disputarão a Série D sem estarem nas elites dos seus campeonatos estaduais.
O crime que compensa: o “gato” no futebol brasileiro
Pedro Venancio, no GloboEsporte, mostra como o crime de adulteração de idade no futebol é poucas vezes punido no Brasil.
Renato Rodrigues traz uma bela análise, no site da ESPN Brasil, sobre as dificuldades da transição de jogadores das categorias de base para o time profissional.
Como um time de futebol de cadeia virou o PCC, a maior facção do Brasil
Felipe Pereira, do UOL, conta como o PCC surgiu a partir de um time de futebol.
Chape: o recomeço em meio a brigadeiros e sorrisos de um menino
Fabio Chiorino, no blog 2 Pontos, no Lance!, relata como Amanda, viúva de Dener, que morreu na tragédia da Chapecoense, encontrou nos doces um caminho para seguir em frente.



