Além do Pombo: outros sete gols acrobáticos que marcaram a história das Copas
Diante do gol fantástico de Richarlison, relembramos outros voleios e bicicletas eternos dos Mundiais

Richarlison já é candidatíssimo ao prêmio de gol mais bonito da Copa do Mundo de 2022. O voleio sublime contra a Sérvia se torna de imediato daqueles golaços memoráveis, com o requinte do domínio sem deixar a bola pingar e do passe de trivela de Vinícius Junior. Além do mais, o Pombo entra para uma lista seleta na história dos Mundiais. São raros os tentos de voleio ou de bicicleta no torneio. O atacante brasileiro experimentou uma sensação que pouquíssimos alcançaram nesses 92 anos de Copas.
Abaixo, reunimos sete gols acrobáticos que já aconteceram em Mundiais. Há tentos de bicicleta e também de voleio, além de uma licença poética para a cabeçada de Robin van Persie em 2014 – porque, afinal, ela merece ser enquadrada como uma inesquecível acrobacia. Acabaram de fora os gols de “semivoleio” – aqueles chutes de primeira em que o pé de apoio permanece no chão, como o de Benjamin Pavard contra a Argentina em 2018 e o de Diego Forlán contra a Alemanha em 2010. São golaços para se apreciar:
Robin van Persie (Holanda 5×1 Espanha, 2014)
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Edmílson (Brasil 5×2 Costa Rica, 2002)
Marc Wilmots (Bélgica 2×2 Japão, 2002)
Manuel Negrete (México 2×0 Bulgária, 1986)
Zico (Brasil 4×0 Nova Zelândia, 1982)
Klaus Fischer (Alemanha Ocidental 3×3 França, 1982)
Silvestre Igoa (Brasil 6×1 Espanha, 1950)
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E um bônus: a bicicleta mais famosa que não entrou, de Marcelo Balboa, em EUA 2×1 Colômbia de 1994



