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[Vídeo] Já que Edilson voltou aos gramados, vamos relembrar 10 momentos clássicos do Capetinha

“Vou dar tantas canetas que vocês vão perder a conta. É o meu estilo, uma coisa que eu sei fazer. Espero que eu dê caneta e faça muitos gols pelo Taboão, ajudando o time a subir de divisão. Eu vou ter que bater a marca do Viola quando ele passou por aqui”. A entrevista na apresentação deixa claro: Edilson não perdeu a irreverência. Aos 45 anos, o Capetinha foi apresentado nesta segunda pelo Taboão da Serra, clube da quarta divisão paulista. Embora o estadual só comece em março, o atacante chegou para ajudar as categorias de base. Trabalhará com o sub-20 às vésperas da Copa São Paulo.

A contratação de Edilson surge mais como uma jogada de marketing do clube, acostumado a trazer medalhões. Mas não deixa de atrair curiosidade sobre o que o veterano fará na volta aos gramados. A última partida do artilheiro aconteceu em 2011, pelo Bahia. Ainda assim, ele vem cuidando da forma física, nome constante nas partidas da seleção brasileira de masters. E, mesmo que a explosão não seja a mesma de seus melhores momentos, ninguém se esquece como tratar bem a bola. Os lampejos deverão aparecer vez ou outra, em um torneio de baixo nível técnico. A chance de relembrarmos um pouco do grande jogador, que viveu alegrias em Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Vitória, Kashiwa Reysol e na Seleção.

Abaixo, relembramos 10 momentos célebres de Edilson nos gramados. Suas grandes vitórias, mas também as suas boas histórias. Confira:

O gol na final do Brasileiro de 1993, no primeiro duelo contra o Vitória

O golaço em um Palmeiras x Corinthians em 1994

O gol decisivo na final do Brasileiro de 1998, quando o Capetinha foi o melhor do campeonato

O eterno gol de placa contra o Real Madrid no Mundial de Clubes

Os dois gols na final do Carioca de 2001, antes de Petkovic fazer história

As três assistências contra a Venezuela, no jogo que classificou o Brasil à Copa de 2002

A apresentação bombástica na ida para o Vitória, ao lado de Vampeta

O jogo em que chorou, após ter perdido o irmão em um acidente de carro

As canetas em Mascherano no Brasileirão de 2005

E, claro, as embaixadinhas provocativas na final do Paulistão de 1999

(Na foto que abre o texto, há outra grande passagem de sua carreira que não foi contemplada com vídeo: quando substituiu Ronaldinho Gaúcho no time titular contra a Turquia, na semifinal da Copa de 2002)

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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