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Fluminense pensava em lateral estrangeiro desde novembro

São Paulo e Fluminense, pelo Brasileirão, ainda em novembro. O jogo no Morumbi acabaria empatado em 1 a 1. Naquele fim de semana, no entanto, o tricolor carioca já aproveitava a passagem pela capital paulista para avançar com o seu planejamento de 2013. O diretor-executivo Rodrigo Caetano, por exemplo, viajou antes da partida até Atibaia para conhecer a estrutura do local que receberia a pré-temporada tricolor.

Essa não era a única preocupação da diretoria da equipe. Na época, a saída de Thiago Carleto já era trabalhada como certeza. Sem a mesma força política de Diguinho, que também seria liberado, mas acabou ficando depois de intervenção de Celso Barros, presidente da Unimed, Carleto abriria espaço para a chegada de um novo lateral-esquerdo. E esse era um dos principais problemas do clube.

Naquela altura, três nomes do mercado nacional já tinham sido estudados pelo Fluminense. Pedro Botelho, do Atlético Paranaense, Douglas, do Náutico, e Reinaldo, do Sport. Nenhum deles, contudo, agradou. Marcio Azevedo, do Botafogo, surgiria como opção mais adiante.

Sem uma alternativa que convencesse, os dirigentes já admitiam em novembro recorrer ao mercado estrangeiro para buscar um concorrente para Carlinhos no lado esquerdo. Luciano Monzón, do Lyon, deve ser o escolhido.

Ex-Boca Juniors, o lateral surgiu como esperança de reposição para o veterano Gabriel Heinze na seleção argentina, mas acabou não se firmando. Depois de passar por Bétis, Nice e Lyon no futebol europeu, pode retomar o bom futebol do início de sua carreira no Fluminense. Monzón deve vir por empréstimo de um ano. Mais uma bola dentro da diretoria tricolor.

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Ubiratan Leal

Ubiratan Leal formou-se em jornalismo na PUC-SP. Está na Trivela desde 2005, passando por reportagem e edição em site e revista, pelas colunas de América Latina, Espanha, Brasil e Inglaterra. Atualmente, comenta futebol e beisebol na ESPN e é comandante-em-chefe do site Balipodo.com.br. Cria teorias complexas para tudo (até como ajeitar a feijoada no prato) é mais que lazer, é quase obsessão. Azar dos outros, que precisam aguentar e, agora, dos leitores da Trivela, que terão de lê-las.

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