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Em meio a campanha histórica, Brasil de Pelotas apresentou belas camisas para 2016/17

Um dos clubes mais tradicionais do interior gaúcho apresentou belas camisas para este ciclo 2016/17. Você pode pensar que o time disputa alguma competição em calendário europeu, mas não: é que os fornecedores normalmente fazem o lançamento das camisas dos clubes no meio do ano. Aqui no Brasil, entre maio e agosto. E a versão 2016/17 da camisa do Brasil de Pelotas, produzida pela Topper, ficou belíssima. Aliás, ficaram, porque tanto a camisa 1, vermelha, quanto a camisa 2, branca, são bem bonitas.

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O Brasil de Pelotas luta pelo acesso à Série A do Campeonato Brasileiro e atualmente é o quinto colocado da Série B. A campanha é empolgante, ainda mais lembrando que o time estava na segunda divisão do Campeonato Gaúcho em 2013. Desde então, o time vem em uma ascensão notável. Em 2014, foi vice-campeão do interior no Gauchão e ganhou vaga na Série D. Conseguiu o acesso como vice-campeão e foi para a Série C. No seu primeiro ano na terceira divisão, já conseguiu subir para a Série B. Nesta temporada, vai fazendo ótima campanha. É uma campanha tão incrível nos últimos anos que parece até uma história de Football Manager. Mas não é. É real.

Além das camisas 1 e 2, o Brasil de Pelotas apresentou também camisas de goleiro, de treino e de aquecimento. O que estraga é aquilo que atrapalha a maioria dos clubes: os patrocinadores. Não pela presença deles, aliás. Camisas sem patrocínios são lindas, mas dá para ter a camisa com o patrocinador sem ser feio. Só seria preciso que os clubes fizessem como as (boas) marcas ao redor do mundo: tivessem um manual de uso e que os patrocinadores respeitassem as cores das camisas.

Seja como for, as camisas ficaram bem bonitas. A Topper está de parabéns pelo trabalho – que, aliás, já tinha sido bom nas camisas do Botafogo também.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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