BrasilCampeonato BrasileiroLibertadores

Dois ou três reforços. Nada de Lugano. Time renovado. O Flu de 2012 está pronto para 2013

Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Leandro Euzébio, Carlinhos; Edinho, Jean; Thiago Neves, Deco, Wellington Nem; Fred

Talvez você não tenha se atentado para um detalhe nessa escalação: o Fluminense que se aproxima cada vez mais do título brasileiro e que encara o São Paulo neste domingo, no Morumbi, sem apenas um destes jogadores, o maestro Deco, é o mesmo Fluminense que você provavelmente verá em campo na próxima temporada.

Sobra entrosamento ao time comandado por Abel Braga. Ao tentar explicar a arrancada tricolor no campeonato, os próprios adversários citam o fator como uma das vantagens da equipe em campo. É, sim, uma vantagem. Mas uma vantagem conquistada e trabalhada no dia-a-dia. Faltam ainda dois meses para o fim do ano e o Fluminense já antecipou o planejamento e renovou o contrato de quase todo o seu grupo até no mínimo dezembro de 2013.

A exceção é o volante Diguinho. Outra, mas que ficou para depois por vontade própria é o técnico Abel Braga. Exaltado por todos no clube, ele chegou a ser procurado para estender o seu vínculo e preferiu ter a conversa ao fim do Brasileiro.

Abel só não renova se não quiser. Ele já sabe, inclusive, como o Fluminense pensa o seu elenco para o ano que vem. Serão dois ou, no máximo, três reforços. Nenhum de peso. Ou seja, está descartada uma nova investida no ex-zagueiro do São Paulo, Diego Lugano. A diretoria tricolor o procurou meses atrás, mas não pretende voltar à carga por ele. A sua atual forma no PSG não convence e os cartolas não desejam brecar a ascensão de outros atletas.

Sem Lugano e outros figurões, quem você contrataria?

Mostrar mais

Ubiratan Leal

Ubiratan Leal formou-se em jornalismo na PUC-SP. Está na Trivela desde 2005, passando por reportagem e edição em site e revista, pelas colunas de América Latina, Espanha, Brasil e Inglaterra. Atualmente, comenta futebol e beisebol na ESPN e é comandante-em-chefe do site Balipodo.com.br. Cria teorias complexas para tudo (até como ajeitar a feijoada no prato) é mais que lazer, é quase obsessão. Azar dos outros, que precisam aguentar e, agora, dos leitores da Trivela, que terão de lê-las.

Conteúdos relacionados

Botão Voltar ao topo