Campeonato BrasileiroLado B de Brasil

O Remo lotou o Mangueirão e fez justiça contra o Palmas depois do pênalti absurdo na Série D

A torcida do Remo ficou revoltada no último final de semana. E com motivos. Aos 43 minutos do segundo tempo, Washington caiu sozinho na área dos paraenses e sofreu um pênalti que só o árbitro viu, sem nem mesmo ser tocado pelo adversário. O lance definiu a derrota do Azulão no Tocantins, perdendo por 1 a 0 para o Palmas. Mas ainda tinha a volta, e os remistas consumaram sua vingança no Mangueirão lotado. Empurrado por seus torcedores, o Leão bateu os visitantes por 3 a 0 e se confirmou nas quartas de final da Série D – a dois jogos de conquistar o retorno à Terceirona do Campeonato Brasileiro.

Desde o último final de semana, o Remo já esperava por uma grande festa no Mangueirão. Expectativa cumprida pelos 28,1 mil pagantes nas arquibancadas, que quebraram o recorde de público na Série D deste ano – e o sétimo maior entre as três divisões de acesso no Brasileirão. Festa linda que acabou recompensada logo no primeiro tempo, com o Azulão abrindo logo três gols de vantagem sobre o Palmas. Kiros balançou as redes duas vezes, mas o mais bonito da tarde ficou por conta de Eduardo Ramos, em chutaço de primeira. Já no segundo tempo, os paraenses ficaram com um a menos logo nos primeiros minutos, em lance que resultou em pênalti desperdiçado pelos visitantes. Nada que estragasse a festa.

Também no domingo, a Caldense, vice-campeã mineira, eliminou o Rio Branco dentro do Espírito Santo com a vitória por 1 a 0, gol de Paulo Rogério. Já outro time a se classificar foi o Botafogo de Ribeirão Preto. Depois de encher o estádio e vencer em casa por 3 a 0, o time paulista perdeu para o Crac nesta sexta por 1 a 0, mas se garantiu.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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