Como dupla ajudou o Fluminense a superar o Mirassol em busca da Libertadores
Equipes disputam vaga na Libertadores em disputa acirrada no Brasileirão
Fluminense e Mirassol protagonizaram uma partida equilibrada por parte dos candidatos à Libertadores de 2026, mas que rendeu o triunfo do Tricolor, por 1 a 0, passou especialmente pelos pés de dois protagonistas: Lucho Acosta e Cannobio.
Ambos foram pilares importantíssimos na formação das estratégias em campo, com Acosta sendo maestro na estruturação, participando da maior parte (se não todas) as jogadas.
Já Cannobio se favoreceu da sua capacidade física não apenas atacando, como mantendo a intensidade para recompor o setor defensivo do Fluminense, que também foi bem explorado. O atacante também acumulou chances importantíssimas e diretas de gol, mas também participou das importantes criações da equipe.
O Tricolor, inclusive, explorou intensamente as laterais. Aos trinta minutos do primeiro tempo, Lucho Acosta abriu a jogada para Serna na esquerda, finaliza de fora da área, a bola desvia em Daniel Borges e morre no cantinho direito baixo de Walter, marcando o único gol da partida.
O tento do Fluminense chegou em um momento importante, já que os principais atacantes e artilheiros do Tricolor viviam uma seca de gols de cerca de um mês. Contudo, a equipe de Zubeldía acumula a sexta vitória seguida como mandante.

Vitória em meio ao sufoco
Mas se o Maracanã viu o triunfo do Fluminense, viu também a intensidade do Mirassol. O Leão Caipira começou melhor, pressionando a saída do rival e levando perigo eminente aos mandantes, mas pecou ao longo de todo o jogo na pontaria — reforçada pelo bloqueio defensivo adversário.
A primeira grande chance veio nos pés de Negueba, que forçou grande defesa de Fábio. Mesmo depois de sofrer o gol, a equipe do interior paulista não se abalou e manteve a pressão.
No início da segunda etapa, se aproximou do empate com Neto Moura, que raspou de cabeça depois de um cruzamento aéreo de Reinaldo. A equipe teve maior posse de bola e as principais chances passaram pelos pés de Shaylon, mas não conseguiu converter as boas chances (principalmente no primeiro tempo) em gols.
O Mirassol chegou para a segunda etapa com substituições que priorizaram a velocidade e com a marcação alta, tanto no setor ofensivo, mas também buscando a recomposição na defesa na tentativa de bloquear os contra-ataques.
A estratégia funcionou. Mesmo com sustos, o Leão conseguiu bloquear as sequências, contando com as importantes defesas de Walter, pilar do setor e goleiro com maior média de defesas por jogo no Brasileirão.



