Por chances no Fluminense, Daniel recusa Vitória após ‘anúncio’ de time baiano
Conversa com Diniz, vontade de permanecer no Rio de Janeiro e identificação com o Bahia pesaram para Daniel, que recusou Vitória e fica no Fluminense em 2024
Danielzinho não irá para o Vitória. O meia de 28 anos recusou a proposta do rubro-negro baiano, que tinha entrado em um acordo para comprá-lo. Pesou uma conversa com Fernando Diniz e a vontade de ter mais chances no Fluminense em 2024, além do passado no Bahia.
Havia um acerto entre os clubes e o agente do jogador, Márcio Bittencourt. Danielzinho, entretanto, ainda nem sequer havia avaliado a proposta quando Fábio Mota, presidente do Vitória, afirmou à impensa ter chegado a um acordo com o meia. Mota chegou a dizer que o negócio estava “99% fechado”.
Por conta de seu aniversário, no último dia 11 (quinta-feira), Daniel ficou sabendo pela imprensa das declarações do presidente do Vitória. No dia seguinte, teve reuniões com o Fluminense e com seus agentes. A proposta do rubro-negro baiano era inferior ao que recebe no Flu, embora o contrato fosse mais longo.
Depois de conversar com Diniz e passar ao treinador sua vontade de ficar no Rio de Janeiro, sua cidade natal, e no Fluminense, seu clube do coração, o jogador decidiu recusar o interesse do Vitória. A negociação está encerrada.
Técnico do Vitória tentou convencer Danielzinho
A última cartada do Vitória foi uma ligação do técnico Léo Condé. Ele garantiu espaço e minutos ao meia do Fluminense, que agradeceu o contato, o carinho e o interesse, mas afirmou que preferia ficar no Rio de Janeiro. O rubro-negro baiano dava como certa a contratação.
Daniel, inclusive, fez questão de agradecer e respeitar o interesse do Vitória. O meia balançou com a possibilidade de assinar um contrato mais longo com outro clube da Série A. Mas decidiu ficar. Em sua análise do elenco do Flu, com as modificações que podem acontecer ao longo do ano, ele pode ter mais espaço em 2024.
Danielzinho tem contrato com o Fluminense até o fim de 2024. Em seu retorno, ele disputou 13 jogos, deu duas assistências e conquistou a Libertadores da América.
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Passado no Bahia fez diferença em recusa ao Vitória
O que também pesou para Daniel foi o passado no Bahia. Depois de atuar pelo Tricolor de Aço por três anos e meio, usando a camisa 10 às costas, o meia criou identificação com o clube. Assim, atuar pelo maior rival não pareceu a melhor escolha.
Embora goste de Salvador, o meia também prefere seguir no Rio de Janeiro, onde nasceu e cresceu. O jogador é torcedor do Fluminense e tem excelente relação com Fernando Diniz, que já o treinou também no Oeste, em um de seus empréstimos do Tricolor.



