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Coisas mais nostálgicas que lemos hoje

Prêmios, jogo do bicho e pênalti: 30 anos da final inesperada do Brasileiro

Diego Salgado, do Uol, conta os bastidores do título do Coritiba no Brasileirão de 1985, contra o Bangu, mas sob a perspectiva do clube carioca, com foco na figura do bicheiro Castor de Andrade, presidente de honra da equipe à época.

Scout mostra vitória do ”futebol de resultado” do Coritiba sobre “jogo bonito” do Bangu

Leonardo Mendes Júnior, da Gazeta do Povo, dissecou em números a decisão entre Coritiba e Bangu, de maneira que não seria possível à época. O trabalho traz registros das finalizações, estatísticas individuais dos jogadores e muito mais.

85 anos do vice na primeira Copa do Mundo, em 1930

Caio Brandão, do Futebol Portenho, relembra a campanha da Argentina no Mundial de 1930 e traz pequenos perfis de cada um dos atletas do escrete da Alviceleste.

Crefisa investe ‘sem limite’ e quer ser melhor que a Parmalat no Verdão

Fellipe Lucena e Thiago Ferri, do Lancenet, conversaram com Leila Pereira, presidente da Crefisa, que falou detalhadamente dos planos da parceira do Palmeiras de tornar o clube “um ícone da América do Sul” com investimento pesado.

Sampaoli cancelou ida ao São Paulo após se irritar com entrevistas de cartolas tricolores

Diego Garcia e Vladimir Bianchini, do site da ESPN, trazem os bastidores da negociação do Tricolor com o técnico campeão da Copa América e revelam, cronologicamente, como tudo se desenvolveu e ruiu por declarações de dirigentes do clube.

Todos os ingressos vendidos pela Internet. O homem mordeu o cachorro

Em seu blog no Uol, PVC exalta o feito do Palmeiras de ter vendido todos os ingressos para o duelo com o xx pela Internet. De maneira didática, explica a importância da marca e por que isso se tornou notícia de destaque.

Ronald Capita e a dura batalha pela acessibilidade nos estádios

Caio Alves, do Alambrado, conversou com Ronald Capita, fanático por futebol e que convive diariamente com as dificuldades impostas por uma deficiência física. Os estádios não facilitam que o garoto de 16 anos exerça sua paixão, mas ele não desiste. Espera ajudar a promover as mudanças necessárias na questão de acessibilidade no futebol brasileiro.

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