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Com pintura e hat-trick, Veiga bate recorde de Rony, Palmeiras goleia (de novo) e se classifica

Veiga chegou a 14 gols pelo Palmeiras na Libertadores e bateu o recorde de Rony, que havia superado Alex na rodada anterior

Raphael Veiga marcou três vezes, com direito a uma pintura de fora da área, chegou a 14 gols com a camisa do Palmeiras na história da Libertadores, superando o recorde de Rony, e Rafael Navarro abriu ainda mais vantagem na briga pela artilharia da atual edição, com outro tento na goleada por 5 a 0 sobre o Independiente Petrolero fora de casa nesta terça-feira que classifica o atual bicampeão sul-americano, em primeiro lugar, com duas rodadas de antecedência.

Navarro chegou a sete gols nesta fase de grupos fácil, extremamente fácil ao Palmeiras. Havia aproveitado a rotação de Abel Ferreira nas duas primeiras rodadas para marcar seis, dois contra o Deportivo Táchira e quatro no 8 a 1 sobre o Independiente Petrolero no Allianz Parque, e voltou às redes nesta terça-feira nos quase 3.000 metros de altitude de Sucre, após substituir Rony no intervalo.

Veiga, agora com seis nesta Libertadores, marcou na estreia contra o Deportivo Táchira e mesmo reserva anotou dois (ambos lindos) no massacre contra o Petrolero em São Paulo. Ele igualou Rony, que havia superado Alex na rodada anterior, ao fazer os dois primeiros gols nesta terça-feira e passou à frente com uma pintura: um chutaço de fora da área, cheio de curva, para fazer o terceiro da noite, embora o goleiro Ayala estivesse completamente desligado.

Abel Ferreira, desta vez, usou força total e tudo mais uma vez correu com tranquilidade. Pelo segundo tempo, o jogo contra o Emelec fora de casa segue sendo o mais difícil desta fase de grupos ao atual bicampeão, e ele ainda assim foi vencido por 3 a 1. São 20 gols em quatro partidas, de longe o melhor ataque do torneio, e apenas dois sofridos. E um pênalti aos 15 minutos de jogo também ajuda.

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O goleiro Hugo Ayala havia feito boa defesa em cabeçada de Gustavo Gómez, quando Rony tentou o drible dentro da área. Francisco Silva tocou com o braço, e Raphael Veiga, para variar, não desperdiçou o pênalti. Logo em seguida, o meia recebeu um presente de Dudu. Gabriel Veron fez a jogada pela esquerda e cruzou. Dudu dominou completamente livre na segunda trave e rolou para Veiga completar.

Aos 30 minutos, Veiga deu o passe por cima para Dudu cruzar rasteiro, e Rony quase voltou à dianteira dessa pequena disputa entre os dois, mas Ayala fez uma grande defesa. O Independiente Petrolero quase voltou ao jogo em uma cabeçada de Cristaldo, após cobrança de falta, mas Weverton fez uma grande defesa, e Gómez bloqueou o rebote. Velho conhecido palmeirense, Cristaldo acionou uma finalização cruzada perigosa de Florencianez aos 44 minutos e depois deixou tudo muito mais fácil ao ser expulso por uma cotovelada em Murilo, nos acréscimos.

E o segundo tempo foi um passeio. Chegando a 13 a 1 no placar agregado das duas partidas contra o Petrolero. Veiga anotou o terceiro com um chute de fora da área, quase da intermediária, cheio de curva, e Navarro deu um elegante drible de futsal com a perna esquerda antes de completar com a direita no canto de Ayala. Em cobrança de escanteio de Gustavo Scarpa, Murilo fechou de cabeça o placar de mais uma goleada do Palmeiras.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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