[Guia da Libertadores] Grupo a grupo, o que há de mais importante para acompanhar na principal competição das Américas
“La Copa”. Nos países hispânicos da América do Sul, a Copa Libertadores da América nem precisa ser chamada pelo sobrenome. Isso é muita formalidade, e não se trata com formalidade algo pelo qual se tem tanto carinho, com o que se tem intimidade. O principal torneio de futebol das Américas pode ser chamado apenas pelo seu nome. É “La Copa”. Há outras, como a Copa América, Copa Sul-Americana ou as Copas do/a Brasil/Colômbia/Argentina/Chile. Mas elas que usem seus sobrenomes para ter uma identidade. “A” Copa é apenas uma.
E é esse torneio que começa nesta terça. Uma edição em que os argentinos estão sem suas maiores grifes (Boca, River, Independiente e Racing), mas aparecem com dois times com pinta de que podem conquistar o título pela primeira vez. Uma edição em que o Brasil orbita em torno de Minas Gerais depois da temporada 2013, mas o Rio de Janeiro e a Região Sul também aparecem com dois representantes cada. Uma edição em que temos um grupo com quatro ex-finalistas de Libertadores pela primeira vez neste século.
Para você não se perder, preparamos oito roteiros especiais, um para cada grupo. Nele, você poderá ver quais os destaques, as curiosidades e até as eventuais surpresas que cada chave pode aprontar.
Curtam… e torçam.
Grupo 1
Vélez Sarsfield-ARG, The Strongest, Universitario e Atlético Paranaense
Grupo 2
Unión Española, San Lorenzo, Independiente del Valle e Botafogo
Grupo 3
Cerro Porteño, O’Higgins, Deportivo Cali e Lanús
Grupo 4
Atlético Mineiro, Nacional-PAR, Zamora-VEN e Independiente Santa Fe
Grupo 5
Cruzeiro, Defensor, Real Garcilaso e Universidad de Chile
Grupo 6
Newell’s Old Boys, Grêmio, Atlético Nacional e Nacional-URU
Grupo 7
Bolívar, Flamengo, Emelec e León
Grupo 8
Peñarol, Arsenal-ARG, Deportivo Anzoátegui e Santos Laguna
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