América do Sul

A democracia venceu! Botija arrasa na segunda votação e será o carismático mascote do Uruguai na Copa 2022

Com 51% dos votos, ao simpático Botija venceu a disputa elaborada pela AUF e acompanhará a Celeste rumo ao Catar no fim do ano

A democracia venceu no Uruguai e o Botija venceu a disputa para ser o novo mascote da seleção uruguaia. Após uma tentativa obscura de melar a eleição que escolheu a garrafinha, a Asociación Uruguaya de Fútbol (AUF) chamou a disputa de “primeira etapa” e colocou outros quatro concorrentes na disputa e chamou de final. Resiliente e irresistível, Botija venceu novamente por goleada e já é um dos mascotes mais queridos dentro e fora do Uruguai. Foi uma vitória categórica da garrafinha de mate.

A simpática garrafa do tradicionalíssimo mate venceu a disputa com os concorrentes com 51% dos votos. Foi um massacre que deixou para trás o tatu Waldemar (17,9%), o solzinho Betum (17%), o pássaro Rufus (8,6%) e a ema Ñaurú (5,5%). O anúncio foi feito pela conta de Instagram criada para isso. Se tinha alguém na AUF que não tinha gostado muito da ideia de uma garrafa térmica como mascote, foi vencido pela democracia e a vontade popular!

Não poderia ser diferente: nada representa mais o uruguaio que a indefectível garrafa de mate. Assim como os jogadores estarão no Catar com suas garrafas de mate, a garrafa de mate estará lá para representá-los.

Se o Brasil caiu nas graças do carismático Canarinho Pistola (que não tem esse nome, mas conquistou todos com esse nome informal) desde a Copa 2018, o Uruguai agora se rende ao Botija. O Uruguai vai à sua 13ª Copa do Mundo com um dos mascotes mais divertidos do mundo.

Deixamos inclusive a dica para a AUF: por favor, comercialize o simpático Botija no Brasil porque certamente muitos de nós brasileiros gostaríamos de poder colocá-lo ao lado do Fuleco, nosso eterno mascote da Copa 2014 (inclusive a AUF pareceu copiar um pouco o nosso querido Fuleco ao desenhar o Waldemar, mas vamos deixar passar).

Salve, Botija!

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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