Alemanha

Fidelidade: Dortmund ganhou mais sócios que a média na semana em que foi lanterna

O Borussia Dortmund chegou ao fundo do poço depois da parada de inverno do Campeonato Alemão. Empatou por 0 a 0 com o Bayer Leverkusen, na sexta-feira, e perdeu do Augsburg, em casa, por 1 a 1, na quarta-feira seguinte. O bicampeão, finalista da Champions League e atual vice estava na última posição do torneio, com apenas quatro vitórias em 19 partidas. Precisava como nunca da sua torcida, e ela compareceu.

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Dentro do Signal Iduna Park, a derrota para o Augsburg foi seguida de muitas cobranças. Weidenfeller subiu no alambrado para acalmar os ânimos, e Hummels também se aproximou. Fora dele, o Borussia Dortmund recebeu 653 novos sócios na semana seguinte, 30% a mais que a média, de 500. “É uma loucura”, disse o tesoureiro Reinhold Lunow, sobre os números inflados daquele período.

Por apoio ao time, ou mais provavelmente pelo “vínculo emocional” mencionado pelo presidente Reinhard Rauball, o Dortmund terminou fevereiro com 116.792 sócios, em terceiro lugar no ranking desse quesito na Alemanha, atrás de Schalke 04 (135 mil) e Bayern de Munique (251 mil).

Além de manter a média de público mais alta do futebol mundial, com 80 mil torcedores por partida no Signal Iduna Park, e fazer aquela festa maravilha em amarelo e preto, a torcida do Borussia Dortmund ainda se mobiliza quando o time mais necessitava da sua ajuda. Está de parabéns.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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