Sobre pissiroca nenhuma

por Yuri (GRANDE VENCEDOR DA CAMISA DO MADUREIRA)

A polêmica gerada pela distribuição dos royalties PETROLÍFEROS provenientes das JAZIDAS MARÍTIMAS localizadas no litoral fluminense e capixaba passou dos limites. Depois de diversas ameaças de morte PROFERIDAS contra Humberto Souto e Ibsen Pinheiro por traficantes financiados pelo governo estadual fluminense, capitaneados pelo VASCAÍNO governador, o Brasil nunca mais seria o mesmo.

Os juristas que afirmavam a INCONSTITUCIONALIDADE da DIVISÃO da BUFUNFA gerada através do OURO NEGRO, em resposta à Câmara localizada na ENXUTA cidade de Brasília cometem uma inconstitucionalidade ainda maior, e proclamam a INDEPENDÊNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. E aonde foi parar Espírito Santo nessa história? Sérgio Cabral, embevecido pela sede do poder neoliberal e indignado pela PASSIVIDADE dos capixabas, recomenda a estes seguir o lema de sua bandeira, E TRABALHAR E CONFIAR para que tudo desse certo com seus antigos coleguinhas do Brasil, pois o Rio de Janeiro tornar-se-ia um PÁIS INDEPENDENTE.

A ideia é bem vista pelos CAQUÉTICOS generais do alto-comando do Exército, que, em sua maioria cariocas, apoiados por outros grupos militares (e paramilitares) do Rio, cuja maioria também é FLUMINENSE, resolvem transferir suas FRUSTRAÇÕES perpetradas pela música “A PIPA DO VOVÔ NÃO SOBE MAIS” no ódio contra os agora chamados FORASTEIROS, que seriam todos aqueles NÃO-BANHADOS por águas fluminenses.

Usando de argumento o FACTO de que o Rio de Janeiro (posteriormente mudado para Mar de Abril, devido a data da Revolução Fluminense que proclamou a independência e referência aos MARES que agora valiam mais do que as próprias BUNDAS cariocas) foi o único estado do Brasil a receber o SELO que indicava confiabilidade econômica segundo uma Universidade aí dos gringo, os fluminenses tinham tudo. Armamentos, véios frustrados, economia forte e o mais importante, praias com gostosas suculentas e bronzeadas (sossega aí, Yuri – ass: revisor de texto). Só faltava a LUTA ARMADA.

Para surpresa dos FLUMINENSES (termo que passaria a ser explorado), o Brasil POUCO SE LIXA para o xilique dos de S chiado e manda todos irem tomar caju, acusando-os de BLUFF. Nervosos, os militares tomam o puder (sic) de Sérgio Cabral e mostram QUEM MANDA NESSA PORRA, proclamando a Independência no dia 1º de Abril, algo que gerou gozações dos outros membros de PINDORAMA (é o Brasil antes de Cabral).

Gaúchos e paulistas, alegres por não sustentar mais este FARDO, comemoram o FACTO. Os mineiros se revoltam, pela ausência de litoral, e muitos fogem para a nova terra fluminense… mas em geral, ficam orgulhosos por Humberto Souto. O resto é irrelevante e segue os paulistas.

Com os MILICO (sic) no comando, até mesmo os mais PERICULOSOS traficantes tememas IDIOSSINCRASSIAS que estariam por vir. Não havia mais espaço para BRINCADEIRINHA (SANTANA, Joel), se a República Fluminense de Mar de Abril tivesse de ser respeitada mundo afora, seria por sua DISCIPLINA e HOMBRIDADE, não mais pela VIOLÊNCIA, CARNAVAL e Revista Caras. O Carnaval continuou a atrair turistas, mas agora o maior evento era a Parada de Primeiro de Abril, um desfile muito do pomposo onde os militares exaltavam todo o seu Poder e o ROR de pessoas ESBANJAVA o “orgulho de ser fluminense”.

A economia desse novo país (segundo na América a falar PORTUGUÊS) baseava-se majoritariamente na prestação de serviços e… (Yuri, seu animal, o texto vai ficar muito longo, passa logo por que importa, seu merdalhão – ASS: REVISOR) vamos ao que importa: O FUTEBOL.

Os clubes participantes seriam os fundadores do primeiro Campeonato Fluminense independente, que teria 3 vagas para a Libertadores e mais 3 para a Sulamericana.. fazendo os times pequenos gozarem com a possibilidade de jogar torneios internacionais… o próprio América sonhava em voltar a ser AQUELE dos tempos de ANTANHO.

Obviamente, formou-se rapidamente a SELEÇÃO FLUMINENSE. Inicialmente formada por jogadores experientes como Carlos Alberto, Júlio César e Roberto Gomes Pedrosa (?), a primeira seleção fluminense depois da independência foi a campo com: Júlio César, Jancarlos, Thiago Silva, Gabriel; Ibson, Renato Augusto, Petkovic (naturalizado), Vinícius Pacheco, Vágner Love e Schwenck (Adriano foi preso, óbvio).

Obviamente o resultado foi um fracasso, contra a Seleção Brasileira, no que ficaria conhecido como O JOGO DA PAZ. Só de pirraça, a CBD (susbstituiu a CBF, que tomou o Rio) convocou o paulista DODÔ, para causar inveja, e ele, especialista em fazer gols em jogos que não valem PISSIROCA NENHUMA, marcou 5 vezes. TODOS BONITOS. 7 a 2 placar final.

Irritados, os generais EXIGIRAM a convocação de jovens talentos. Philippe Coutinho e Caio Canedo foram chamados, e logo de cara, num amistoso bombástico contra o Irã, marcaram 3 vezes cada um! Eram os novos Pelé e Garrincha!! Philippe “Dinamite” Coutinho e Caio “Urânio Enriquecido” Canedo logo sumiram de Vasco e Botafogo rumo à Europa. Mas que se dane. O que importava era a SELEÇÃO. Todos reluzentes com os golazos deles… era puro ESTUPOR. As VICISSTUDES causadas não eram de todo ruins, afinal.

A República Fluminense de Mar de Abril inscreveu-se na CONMEBOL, para as eliminatórias para a Copa de 2014, no inimigo Brasil. Os azuis-celestes, como ficaram conhecidos, tiveram difíceis jogos, porém a classificação no QUARTO LUGAR (atrás de Venezuela, Argentina e Chipre) da CONMEBOL, veio com uma vitória em cima da Argentina, no estádio Ítalo Del Cima, nova casa da seleção fluminense. Classificação garantida para a Copa no Brasil.

Enquanto isso, no âmbito clubístico, Botafogo e Vasco classificaram-se para todas as edições da Libertadores nesse ÍNTERIM, porém o máximo que conseguiram foi uma eliminação na semifinal, na qual o Botafogo perdeu para o Real Potosí por 3 a 1 no Engenhão (depois de ter ganho por 2 a 1 na altitude), no episódio que ficou conhecido como ENGEÑAZO. O jogo ficou marcado pelo incêndio no estádio, pois os botafoguenses queimaram tudo o que havia, até a grama, e gritavam: “GENERAL SEVERIANO JÁ”… vários foram mortos e feridos. O estudante Rafael Botafoguense, como ficou conhecido, foi extraditado para sua terra natal e IMPEDIDO de adentrar a República Fluminense, depois de matar Renato Maurício Prado com uma EMPALADA no mesmo com uma bandeira de Garrincha.

O Vasco, chegou até as quartas-de-final em 2013, onde foi eliminado pelo futuro campeão e rival Corinthians Paulista, na disputa por pênaltis, depois de um 4 a 4 no Pacaembu e um 2 a 2 em São Januário. O garoto Edmundilson, autor do pênalti perdido e vindo das categorias de base, foi execrado e acabou no Metalist Kharkiv, da Ucrânia.

Os jogos entre fluminenses e brasileiros eram marcados pela rivalidade, e na maioria das vezes os brasileiros levavam a melhor. O melhor desempenho fluminense foi na Copa Sul-Americana, onde o Bangu chegou até a final contra o Alianza Lima, mas perdeu nos pênaltis depois de um 0 a 0 em Lima e 1 a 1 no tempo normal em Moça Bonita.

Flamengo e Fluminense também fizeram suas PERIPÉCIAS, destaque para o Time de Guerreiros versão 2012, que chegou até a semifinal da Sulamericana, onde foi eliminado por 7 a 0 contra a LDU em Quito e a vitória flamenguista diante do Corinthians, na Libertadores 2011, onde Ronaldo jogou PIFIAMENTE e Adriano marcou um hat-trick. O jogo ficou conhecido como A VINGANÇA DOS MULAMBOS.

Aos poucos, com a competente administração de Romário de Souza Faria, o América vem classificando-se corriqueiramente para a Libertadores, e os rivais botafoguenses e vascaínos já dizem ser a terceira força do Mar. Após vencer o Fluminensão-2013, a conquista da Libertadores-2014 tornou-se a maior da história do clube, com a torcida americana calando la Bombonera após a vitória por 4 a 2 sobre o Boca Juniors, depois de um 1 a 0 no Maracanã… realmente, o time americano era muito superior. Atualmente, o clube mantém-se focado na preparação para o Mundial FIFA, contra o Manchester City, onde é franco favorito.

Finalmente, o Mundial de 2014: a Seleção Fluminense cai num grupo com Croácia, China e Ilhas Caiman… duas vitórias e uma derrota para os croatas garantem a classificação. Nas oitavas, um gol de CAIO URANINHO CANEDO nos acréscimos faz a torcida MARESISTA vibrar no jogo que foi realizado no Serra Dourada contra a Espanha. Nas quartas-de-final, a zebra Zimbabwe é batida com facilidade por 3 a 0, onde os predestinados Vinicius Pacheco e Caio Canedo (sempre ele) anotam os gols da vitória. Na semifinal, um duelo contra a Nova Zelândia, marcado pela violência, faz vítimas, e Philippe Coutinho lesiona-se gravemente. 4 neozelandeses (do time de rugby) foram expulsos, enquanto os disciplinados cariocas só tiveram um cartão vermelho, com o veterano André Luiz, que arremesou uma VUVUZELA contra o técnico MAORI adversário. Vitória fácil por 5 a 1 e passagem para a final. Tal carnificina ficou conhecida como A BATALHA DA RUA JAVARI (local de jogo).

Enquanto isso, a Seleção Brasileira, de Pato, Nilmar, PH Ganso, Neymar ia arrasando todos os adversários, fazendo o mundo lembrar da Hungria de 1954. 2 a 0 contra a Iugoslávia, 5 a 1 contra Chipre, 7 a 0 contra o Vélez Sarsfield… tudo era massacre. No mata-mata a coisa não mudou. 2 a 0 contra a Polônia, 5 a 3 contra a Holanda e um vergonhoso 12 a 1 contra a Inglaterra selaram a final que todos esperavam. Contra a seleçao rival, a Seleção Fluminense de Mar de Abril.

O local da partida final foi controverso. A princípio a FIFA resolveu fazer jus às obras feitas no Maraca, mas alegando pressão da torcida rival, o jogo foi transferido para o Mineirão, terra do poderoso presidente do Brasil, Aécio Neves. Teve politicagem aí.

Seleção Brasileira: Diego Alves; Daniel Alves, Miranda, Breno, André Santos; Ramires, Kaká, Paulo Henrique Ganso, Neymar; Pato e Luís Fabiano. No banco, alguns nomes velhos como Dodô e Robinho, faziam companhia a gente como Michel Bastos e Keirrison. Mas isso não vem ao caso.

Seleção Fluminense: Luís Guilherme; Léo Moura, Thiago Silva, Dalton, Dieguinho (naturalizado); Rafael Carioca, Toró, Thiago Neves, Alex Teixeira; Caio Canedo e Vágner Love. No banco, nomes de Peso, como Fernando Henrique, Jéfferson, Digão, Alessandro, André Lima, Bruno Mezenga, entre outros. Além dos machucados Philippe Coutinho e Vinícius Pacheco, decisivos até então.

O jogo numa palavra: TENSÃO. Os brasileiros vaiaram PEREMPTORIAMENTE o hino fluminense, entoado pelos cansados pulmões dos cerca de 5000 torcedores visitantes presentes. Logo no início do jogo, bola na trava de Alexandre Pato. A pressão continuou, incisivo pela direita, Daniel Alves fazia gato-e-sapato de Dieguinho, o Naturalizado. Lançamento de André Santos e bola na trave de Luís Fabiano, de cabeça. Tudo isso aos 12 minutos de jogo. Os cariocas, assustados como virgem antes da Lua-de-Mel, não conseguiam contra-atacar.

Aos 34 minutos, após pressão total brasileira, pênalti para o Brasil. O experiente Kaká vai para a cobrança e… LUÍS GUILHERME PEGA. Extase do lado fluminense/carioca. Aos 44 minutos, a única jogada da ataque veio dos pés de Caio Canedo, que chutou fraco por cima do gol de Diego Alves. Fim do primeiro tempo.

Na volta do intervalo, mais Brasil. Robinho entra no lugar de Neymar, sumido no jogo e… não faz nada. Em compensação, PH Ganso, dribla Toró, que faz falta feia e é expulso. Logo em seguida, Luís Fabiano sofre pênalti. Kaká vai para a bola, mas Daniel Alves, já irritado pela sucessão de pênaltis perdidos por Kaká (como aquele na Copa de 2010, que eliminou o Brasil nas quartas contra a Espanha) pega a bola à força e chuta forte. nem Luís Guilherme pode defender. Gol do Brasil. Festa.

Os cariocas, nervosos, agora acordam no jogo. Aos 26 minutos, bola de Thiago Neves para o André Lima, que havia entrado no lugar de Alex Teixeira, ele domina na canela e dá de bico. É o empate carioca!!!!

Ninguém podia acreditar… agora aos cariocas empataram o jogo. Aos 33 minutos, Caio Canedo, que buscava marcar seu oitavo gol na Copa, chuta na trave. O Brasil ainda responde com PH Ganso, que faz uma jogadaça mas chuta MUY LEJOS da baliza.

Aos 45 minutos do segundo tempo, o playsson DIGUINHO, o segundo dos 3 naturalizados do Rio (o outro foi Juan), entra no lugar de Dieguinho (pela regra não podia haver mais de 1 naturalizado em campo) e nada faz. Uma falta boba cometida por Robinho no semi-circulo é a chance final. Thiago Neves na cobrança. Os monstros Thiago Silva e Dalton sobem. Vágner Love no rebote. Todo mundo do assustado Brasil na área. Bola alçada na mira de Kaká, que deixou a cruz que carregava consigo cair no chão, abaixou-se para pegá-la e a bola sobra para DIGUINHO, livre, marcar o gol dos fluminenses. O gol dos Cariocas. O gol da Vingança dos Royalties, enfim.

A bola volta ao centro mas nada há para ser feito. Estava no destino. Conterrâneo de Ibsen Pinheiro, DIGUINHO, jogador do Fluminense (passou por Botafogo, Fluminense, Vasco, Flamengo e Fluminense outra vez), naturalizado, um brasileiro da gema, fez o crime. Maracanazo se repetia. Uma pequena nação derrotava o Brasil em sua casa, mais uma vez. O choque é total. Os brasileiros não creem. Uma vez, até vai…mas DUAS??? Era a verdade. Os poucos cariocas no estádio deliram. DIGUINHO é saudado junto com seus amigos herois. Caio Canedo, do Arsenal, é o artilheiro com 8 gols. PH Ganso ganha o prêmio de melhor jogador do Mundial. Kaká o de pior. Duas tragédiasse uniram. Um time como o da Hungria de 1954 perdia o jogo em casa, como o Brasil em 1950. Deus o deu, Deus o há dado. Castigo.

Personagens mais importantes:

Diguinho – vira DJ depois do jogo e hoje toca numa boate no Leblon

Dieguinho – é morto por traição ao Brasil quando volta para ver sua família. O assassino não foi descoberto

Kaká – foge do Brasil e abandona a carreira. Hoje vive em Miami como pastor nuam filial da Renascer.

Caio Canedo – Volta para os braços de Arsène Wenger, que gosta de um jovem

Daniel Alves – torna-se o jogador mais vitorioso do futebol mundial, com 4 títulos mundiais pelo Barcelona

PH Ganso – tenta alcançar a marca de Pepe e fazer 405 gols pelo Santos. Até hoje não conseguiu.

Philippe Coutinho – ídolo em Milão

Luís Guilherme – agradece a todos que o apoiaram no início da carreira, na Copa SP de Juniores de 2010.

Neymar – não vinga na Europa e depois de ser chutado do Aston Villa, hoje joga no Anorthosis Famagusta, do Chipre

Robinho – atrapalha Paulo henrique Ganso na busca dos 405 gols com suas firulas. Foi chamado de pipoqueiro e hoje especula-se ser contratado pelo Palmeiras, que recupera-se do rebaixamento à Série C.

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