Os 10 gols contra mais bonitos feitos no Brasil
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Rodrigo Arroz fez, contra, um gol que Pelé nunca fez. Do meio-campo, com classe, tentou um recuo de bola e encobriu o goleiro Emerson de maneira magistral, decretando a vitória do Goiás por 2 a 1 sobre o Guarani, time que ele defende. Veja você mesmo o vídeo:
Mas Arroz, como todo bom arroz, não está sozinho. Outros jogadores se notabilizaram por verdadeiras obras de arte (lambanças) em gramados brasileiros. Daquelas que deixam rastros inapagáveis, e ficam na história. Vamos aqui relembrar 10 delas:
Junior Baiano em dose dupla
A primeira lembrança vai para Junior Baiano, que foi companheiro de Rodrigo Arroz no Flamengo em 2005. Dono de qualidade técnica inquestionável, o zagueirão caprichou no toque por cobertura contra (a favor) o São Paulo e com o peito, contra o Vasco.
Fabinho: a vítima de Júlio César
A segunda lembrança também é flamenguista. Fabinho, volante que passou por lá em 2003, caminhava de maneira distraída para o meio-campo, esperando a reposição de bola de Júlio César. O que ele não esperava é que a bola acertasse as costas dele e voltasse em direção ao gol. Mansa. O jogo era contra o Bahia, e para a sorte deles o Flamengo venceu por 2 a 1.
Gol contra de Bicicleta
Anderson era um lateral esquerdo promissor na base do Cruzeiro, mas acabou não vingando. No entanto, entrou para a história do futebol ao fazer um belíssimo golaço contra de bicicleta diante do Flamengo, na Taça BH de Juniores.
Oséas na contramão
Seria apenas mais um Corinthians x Palmeiras, se Oséas não tivesse acertado uma cabeçada sensacional após escanteio cobrado por Marcelinho Carioca. Contra o próprio gol. O jogo, válido pelo Campeonato Paulista de 1998, terminou empatado por 1 a 1.
Castor, o Barbosa do Pará
O Remo vencia o Corinthians por 1 a 0 na Copa do Brasil de 1996 e estava se classificando no confronto, pois havia empatado o jogo de ida por 0 a 0 em São Paulo. Mas nos acréscimos, o atacante Castor tentou afastar uma bola e jogou para as redes, selando a classificação corintiana. Castor até hoje é hostilizado por torcedores remistas em Belém.
Berg, o herói coxa-branca do Furacão
Na decisão do Campeonato Paranaense de 1990, o Atlético Paranaense precisava apenas de um empate e perdia para o Coritiba por 2 a 1. Berg, zagueiro do Coxa que havia feito um gol a favor, se encarregou de dar o título ao Furacão com uma linda cabeçada.
Clemer entrega a paçoca
O ex-goleiro ficou conhecido nacionalmente por alternar defesaças e falhas incrivelmente bisonhas. Essa foi uma delas. Tudo bem que o recuo de bola foi na fogueira, mas a furada consegue ser ainda pior. O jogo foi contra o Vasco, no Brasileiro de 2008, e o Inter perdeu por 4 a 0.
Júlio César não acha a bola
Antes de contratar Jefferson, o Botafogo sofreu durante um longo tempo para encontrar um goleiro confiável. Um dos postulantes ao cargo era Júlio César, que protagonizou lances como esse contra o Náutico, no Brasileiro de 2007. Ao menos a falha não custou muita coisa ao time alvinegro, que venceu por 3 a 1.
Quiñonez faz a alegria do Galo
Esse é para fechar com chave de ouro. Um gol contra com selo ISO 9000, um lance plástico, daqueles que marcam época. Bola dominada, invadiu a área, trombou com o goleiro e só não entrou com bola e tudo porque teve humildade em gol. Veja a partir dos 37 segundos.