Moisés e Alcir

Se logo abaixo eu cito dois botafoguenses históricos, ambos falecidos (Saldanha e Touguinhó), chegou a vez de homenagear dois ex-jogadores que se identificaram demais com a cruz de malta. Um deles, Alcir Portela, morreu ontem. Para mim, Alcir fora uma espécie de Carlinhos (o Violino do Fla) no Vasco. Nunca teve o reconhecimento devido e sempre foi colocado como interino. É verdade que Carlinhos foi o comandante de grandes títulos rubro-negros, mas Alcir foi coadjuvante fundamental de alguns grandes títulos vascaínos, como o primeiro brasileiro contra um timaço cruzeirense em 1974, quando era o capitão do time.
Moisés morreu também essa semana, famoso pela frase do “zagueiro que se preza não pode vencer o Belfort Duarte”(prêmo oferecido aos atletas mais disciplinados), também esteve no time do Vasco campeão brasileiro de 1974. Depois da aposentadoria, o verdadeiro zagueiro-zagueiro treinou o Bangu que perdeu a disputa do título nacional nos pênaltis em 1983, frente ao Coritiba em pleno Maracanã.



