Melhor do mundo

“Chego para brigar pelo título de melhor do mundo”, deveria dizer Asamoah Gyan quando for apresentado pelo Sunderland aos torcedores. Afinal, custou mais do que Robinho, que, desta vez, certamente será orientado a não repetir o ridículo discurso. 

A transação envolvendo o ganense pode ter sido a de maior valor do último dia de inscrições na Europa, mas a do atacante brasileiro certamente é a de maior importância. Primeiro pelo jogador, sobre o qual, queiramos ou não, ainda paira alguma expectativa. Mas principalmente pelo Milan, que, em dois dias, passou a ter um ataque com nada menos que Ronaldinho, Robinho, Pato e Ibra. Briga pelo título, sim, e quem achar que não pode se lembrar de que o técnico da Inter é Rafa Benítez – que deve ter tentado, no apagar das luzes, trocar Maicon e mais uma grana por Arbeloa.

Longe dos grandes, chamou a atenção a movimentação de alguns pequenos, notadamente o Cesena, que montou praticamente um time novo, e o Birmingham. Os Blues contrataram três ótimos jogadores: o meia Hleb, o zagueiro Jiranek e o meia-atacante Beausejour, que fez ótima Copa com o Chile. Se McLeish achar o jeito de jogar logo, não é absurdo apostar no Birmingham como candidato a copas européias.

A nota de suspense do dia é a contratação de Van der Vaart (e não Van der Sar, como eu havia escrito) pelo Tottenham, que ainda não foi confirmada pela Premier League, mas parece ter sido concluída. Os Spurs precisavam mesmo era de mais um zagueiro e de um atacante melhor que Crouch. Van der Vaart, entretanto, é craque, e custou barato. Se vier mesmo, é bom negócio. Quase tão bom quanto vender Huntelaar por 14 milhões de euros.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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