Fabrício chegou quebrado ou o Reffis não é mais o mesmo?

No final de 2011, quando ficou configurado que a temporada do São Paulo foi um lixo, o culpado escolhido foi a “falta de personalidade” do elenco, que não teria “atitude”. Fabricio, volante do Cruzeiro, seria então a solução de todos os problemas. Volante de boa marcação, que o São Paulo não tinha, e jogador “que fala”, o que de fato fez falta ao time em 2011. O problema é que 2012 chegou, avança no calendário e o que fazia falta continua fazendo, já que Fabricio ainda não jogou.

O que leva a uma pergunta inevitável: o jogador chegou quebrado ao Morumbi ou se quebrou depois que chegou? E, talvez mais importante: o tal Reffis, centro de excelência, referência regional, nacional, mundial e interplanetária de recuperação de jogadores, foi fechado ou o São Paulo resolveu não usá-lo mais?

No ano passado – e neste também – foi Luis Fabiano, também contratado para ser o salvador da pátria. Ficaria algumas semanas fora, ficou quase o ano todo. E agora está fora de novo. A torcida se questiona: ninguém examinou o cara antes de contratar? Nem o Fabricio? E por que é que esses caras não se recuperam?

Perguntas para as quais eu não tenho resposta. Tenho certeza de que o João Paulo tem, uma bem bonita, com palavras difíceis. E que não vai explicar nada. Enquanto isso, o São Paulo queima Denílson e Casemiro tratando-os como volantes.

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Equipe Trivela

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