Brasil 2 x 1 Argentina

A partida entre São Paulo e Boca ontem no Morumbi foi um dos melhores jogos de futebol do ano. Só não digo que foi “O” melhor porque minha memória às vezes me trai. Um show de jogo defensivo, de vontade, de entrega, tudo que um jogo de futebol tem que ter. Para nós, brasileiros, o “alívio” de ver cair um daqueles tabus que se constrói muito mais na mídia do que no campo, a história de que o Boca seria um “carrasco de brasileiros”.

Para começar, é sempre bom lembrar que, tanto Boca como River, têm vaga praticamente cativa nas competições continentais. É o mesmo que acontecia com o Real Madrid: quando você joga uma competição todo ano, tem mais facilidade para conqusitá-la do que quem joga uma vez a cada cinco anos. Agora que o Brasil começa a ter equipes que estão sempre lá, o São Paulo entre elas, não há porque achar que o Boca tem algo que nós não tenhamos.

O jogo do Vasco eu não vi, mas vibrei igual – que se dane o Eurico, o Eurico não é o Vasco, e eu gosto do Vasco. A maioria de nós analistas, eu inclusive, não via a equipe de Celso Roth com força para fazer 2 a 0 no Lanús, quanto mais 3 a 0. O Vasco, desde o ano passado, é uma daquelas equipes inexplicáveis: dá certo mas ninguém sabe bem como. Uma das explicações, porém, certamente é o futebol fino que vem jogando Leandro Amaral.

O Goiás permitiu aos argentinos o único ponto até aqui na disputa – que, até ontem, estava 3 a 1 para nuestros hermanos, e agora vai ficar, na melhor das hipóteses pra eles, 2 a 2. E aí, Fogão, vamos segurar esse 3 a 1?

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