2018 e 2022

A Fifa acerta ao escolher simultaneamente, em dezembro de 2010, as sedes de duas Copas do Mundo. Os problemas que enfrenta a África do Sul (e que já se desenham para o Brasil) ficam de lição para que se dê mais tempo aos países para organizar o Mundial.

Em 2018, a Inglaterra se desenha como opção mais lógica. O berço do futebol só recebeu uma Copa até hoje, em 1966, e merece nova oportunidade. Tem um povo genuinamente apaixonado pelo esporte e contará com um importante legado da Olimpíada de Londres-2012.

De qualquer forma, é indispensável que seja na Europa, onde o ambiente em um Mundial se mostra mais genuíno, não apenas nos estádios, mas também pelo clima nas ruas. Não dá para imaginar a Fifa promovendo a terceira Copa consecutiva fora do Velho Continente.

Para 2022, opções não faltam. A China deve lançar uma candidatura forte, assim como os Estados Unidos. Se eu tivesse de apostar, no entanto, diria Austrália. Um país que vem ganhando espaço no cenário internacional, sobretudo após a mudança para a AFC, e tem uma liga nacional ascendente.

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