Portugal

Pote anotou um golaço de trivela e o Sporting abriu a temporada em Portugal com o título da Supertaça

Após o comemorado título da liga, o Sporting pegou o Braga na supercopa local e ficou com o troféu graças à vitória de virada

O Sporting provou que sua fome por títulos permanece intacta depois da memorável temporada passada, em que o clube encerrou seu jejum no Campeonato Português e também faturou a Taça da Liga. Na abertura oficial da temporada 2021/22 em Portugal, os leoninos derrotaram o Braga por 2 a 1 e levaram a Supertaça. O triunfo saiu apenas de virada e contou com o talento de Pedro Gonçalves, o Pote, grande destaque nos feitos de 2020/21. O atacante exibiu uma classe tremenda ao acertar um chutaço de trivela e mandar a bola longe do alcance do goleiro Matheus, definindo o placar.

Melhor durante o início do jogo, o Braga saiu em vantagem na Supertaça aos 20 minutos. Fransérgio recebeu o lançamento de Ricardo Horta e limpou o caminho para mandar no canto. O Sporting, ao menos, reagiu rapidamente. O empate aconteceu nove minutos depois, num lindo passe em profundidade de Nuno Mendes para Jovane Cabral arrancar e tocar na saída de Matheus. E, em meio à pressão sportinguista, a virada se consumou aos 43. Pote foi acionado pelo lado direito da área e resolveu bater de trivela. Mandou uma bola fantástica que saiu do alcance de Matheus e morreu no alto da meta. Golaço. No segundo tempo, os leoninos seguiram mais perigosos, mas sem ampliar.

Este é o nono título do Sporting na Supertaça de Portugal, em 11 participações. Os leoninos ocupam a segunda colocação no total de troféus, abaixo apenas do Porto – e acima do Benfica mesmo com quase metade das aparições. Já a busca pelo bicampeonato no Campeonato Português começará na próxima semana. Os sportinguistas iniciam sua empreitada diante do Vizela, na sexta-feira.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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