Veja como as marcas de material esportivo dividem as seleções ao redor do mundo

Fornecer o material esportivo para um time de futebol é um tremendo negócio. E quando a equipe em questão é uma seleção, a disputa começa a entrar até mesmo no campo da geopolítica. Produzir a camisa de um país significa estampar a logomarca em um dos maiores símbolos nacionais. Além, é claro, de vincular a empresa com determinados craques ou com a qualidade do time. O exemplo mais clássico é o da Nike. Quando a empresa americana passou a investir em futebol, nos anos 1990, escolheu o Brasil para ser a sua entrada. Um pé na porta com a seleção então campeã do mundo símbolo do “jogo bonito” na época.
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Pois a disputa do mercado de seleções se mantém acirrada. Adidas e Nike são as marcas mais representativas, embora tenham os nichos específicos onde atacam. E é interessante perceber como se dá essa relação, especialmente em países menores, onde algumas empresas locais também tratam a questão como soberania nacional.
No link a seguir, é possível acessar o mapa produzido pelo site Geolic.net e notar como se dá essa distribuição. As áreas de dominância de Adidas, Nike, Puma, Umbro e outras marcas que dividem entre si as seleções nacionais. Para ver o mapa completo (que pode demorar um pouco para ser carregado), clique aqui.



