Mundial de Clubes

Golaço de Maurício Antônio salvou o jogo mais café com leite do Mundial e deu quinto lugar ao Urawa Reds

No jogo que menos vale no Mundial de Clubes, o Urawa Reds saiu de campo com o prêmio de consolação. Venceu o Wydad Casablanca por 3 a 2, graças a dois gols do brasileiro Mauricio Antonio. Um deles, aliás, um golaço. Um chute de fora da área que abriu o marcador e ajudou o time japonês, campeão da Ásia, a ficar com a quinta colocação no Mundial – que na prática significa apenas um pouco a mais na premiação.

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O primeiro gol foi ainda no primeiro tempo. Em um chute bonito de fora da área, Mauricio mandou a bola no ângulo, aos 18 minutos. Pouco depois, em cobrança de falta para a área, o Wydad empatou com Ismaeil El Haddad, aos 21. Os japoneses voltariam a estar à frente no placar aos 26. Kashiwagi completou grande jogada de Rafael Silva pela esquerda.

O terceiro gol do Urawa veio no segundo tempo. Depois de um bate e rebate na área, a bola sobrou nos pés do camisa 2 e o zagueiro brasileiro bateu bem para o gol e marcou 3 a 1, aos 15. O Wydad ainda diminuiu aos 49 minutos, já nos acréscimos, com Red Hajhouj, em um pênalti bobo no final.

Contratado em agosto, o zagueiro veio do Marítimo, de Portugal. Nascido em São Paulo, o jogador passou pela base do São Paulo, mas se profissionalizou no Pelotas e que jogou por Penapolense, Juventus, Portimonense e Porto B antes do Marítimo. É um jogador de 25 anos e que ainda busca o seu espaço. Em um jogo que não tem quase que nenhuma atração, ao menos o zagueiro conseguiu algo que é raro: dois gols de um defensor em uma mesma partida.

O jogo pelo quinto lugar não vale praticamente nada esportivamente, mas tem algumas diferença financeira. O time que fica em quinto recebe US$ 1,5 milhão, enquanto o sexto fica com US$ 1 milhão. O campeão do Mundial de Clubes leva US$ 5 milhões, o vice-campeão recebe US$ 4 milhões, o terceiro US$ 2,5 milhões e o quarto fica com US$ 2 milhões.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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