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Hulk: “Não tenho problemas com nenhum jogador do Zenit”

Pivô da crise recente no elenco do Zenit, Hulk preferiu não polemizar sobre o assunto. Perguntado sobre a convivência com os outros jogadores do clube, o brasileiro apontou que não tem problemas com ninguém e que sua maior dificuldade em São Petersburgo é a adaptação ao novo idioma.

“Eu precisarei de tempo para me adaptar. Porém, é lógico que o fato de falarem outra língua na Rússia cria certas dificuldades. Apesar disso, me sinto fantástico com o time, estou feliz em jogar pelo Zenit. Eu sinto o apoio de todos os membros do time, não tenho problemas com ninguém”, afirmou.

No último final de semana, Igor Denisov foi afastado do time por exigir um novo contrato. Dias depois, o meio-campista reclamou publicamente do alto salário recebido por Hulk, apontando que o atacante “não é Messi para ganhar três vezes mais”. Segundo a imprensa russa, o jogador pode ser reintegrado pelo técnico Luciano Spalletti, visando o confronto com o Lokomotiv Moscou no próximo sábado, pelo Campeonato Russo.

Hulk ainda apontou Bruno Alves e Roman Shirokov como seus companheiros mais próximos em São Petersburgo: “Shirokov tem ajudado a me misturar com o elenco. Ele tenta falar comigo e me envolver no jogo. Estou apenas tentando fazer meu trabalho o melhor possível. Estou realmente contente que posso ser útil marcando gols”.

Por fim, o brasileiro ressaltou a importância dos dois próximos jogos do Zenit, visando a recuperação no Campeonato Russo e na Liga dos Campeões: “Nós temos duas partidas importantes pela frente, contra o Lokomotiv Moscou e o Milan. Se ganharmos esses jogos, podemos recuperar a confiança em nossas habilidades. Precisamos de duas vitórias e somente depois disso eu pensarei nos meus objetivos individuais”.]

Hulk marcou dois gols em suas primeiras quatro partidas pelo Zenit. O clube ocupa a quinta colocação no Campeonato Russo, embora tenha perdido para o Málaga em sua estreia na Liga dos Campeões.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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