Itália

Milan confirma contratação de Divock Origi e espera reproduzir os bons momentos, mas com maior frequência

Conhecido por fazer gols em momentos decisivos, Origi tem poucos minutos em campo pelo Liverpool, mas o Milan espera mais constância

A contratação de Divock Origi era falada há bastante tempo no Milan e o clube confirmou nesta terça-feira. O atacante belga, de 27 anos, chega após o fim do seu contrato com o Liverpool. Conhecido por seus gols em momentos importantes, mas também por ter poucos minutos em campo e quase nenhuma sequência, o jogador chega para um clube que vive grande fase e precisa de mais opções ofensivas.

Origi assinou contrato até junho de 2026 com o Milan, depois de sete anos de vínculo com o Liverpool. Nesse período, ele chegou a ser emprestado ao Wolfsburg em uma temporada, 2017/18. Revelação do Lille, foi contratado pelo Liverpool ainda em 2014, depois de uma boa Copa do Mundo, mas ficou no clube francês por mais uma temporada emprestado. Foi só em 2015 que ele se apresentou aos Reds.

O atacante teve momentos decisivos em sua carreira pelo Liverpool. Marcou naquela épica vitória sobre o Barcelona por 4 a 0, na semifinal da Champions League, e também na final da mesma competição, contra o Tottenham. Ainda que tenha feito gols importantes ao longo da sua carreira pelo Liverpool, nunca conseguiu ter constância. Suas atuações nunca foram boas o suficiente para ele ser uma opção frequente no time, como Diogo Jota e Luis Díaz se tornaram, por exemplo. No total, foram 175 jogos pelo Liverpool, com 41 gols marcados, além de 18 assistências.

É justamente essa falta de constância que o Milan espera mudar. Origi tem talento, tem boa capacidade técnica e é um jogador que se acostumou a não sentir o peso de jogos importantes e decisivos, inclusive marcando gols. O que ele precisa é ter constância. A transferência para os rossoneri, em ótima fase, atuais campeões italianos e com Champions League pela frente, é fazer justamente isso.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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